<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>DalTux Blog &#187; internet</title>
	<atom:link href="http://blog.daltux.com/assunto/internet/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.daltux.com</link>
	<description>Difusão de Tecnologia e Informação abertas.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Feb 2012 08:00:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.2</generator>
		<item>
		<title>Gmail em manutenção: é isso que dá</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/08/gmail-em-manutencao-e-isso-que-da/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/08/gmail-em-manutencao-e-isso-que-da/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 22:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.daltux.com/?p=306</guid>
		<description><![CDATA[<p>Eis o que acontece quando a esmagadora maioria das pessoas fica dependente de um único fornecedor de serviços importantes.</p>
<p>Sorte que, pelo menos desta vez, ainda é possível acessar o Gmail através de programas tradicionais de e-mail pelo protocolo IMAP. Para quem não tem o costume de usá-lo, saiba como configurar o Mozilla Thunderbird para acessar <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/08/gmail-em-manutencao-e-isso-que-da/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://img110.imageshack.us/my.php?image=gmailcapturadatelazm3.png" target="_blank"><img style="border: 0px none; margin: 15px" src="http://img110.imageshack.us/img110/2995/gmailcapturadatelazm3.th.png" border="0" alt="" align="left" /></a>Eis o que acontece quando a esmagadora maioria das pessoas fica dependente de um único fornecedor de serviços importantes.</p>
<p>Sorte que, pelo menos desta vez, ainda é possível acessar o Gmail através de programas tradicionais de e-mail pelo protocolo <acronym title="Internet Message Access Protocol">IMAP</acronym>. Para quem não tem o costume de usá-lo, saiba como configurar o <a href="http://pt-br.www.mozilla.com/pt-BR/thunderbird/">Mozilla Thunderbird</a> para acessar o Gmail: <strong><a href="http://mail.google.com/support/bin/answer.py?answer=77662" target="_blank">Help Center &#8211; Thunderbird 2.0</a></strong>. Pena que, talvez, isso não dê certo se você não ativou o suporte a IMAP nas suas configurações do Gmail, justamente o que não está acessível no momento. Porém, aprenda e deixe configurado para a próxima vez que isso ocorrer.</p>
<p>Agora, a lição de moral. Será que é mesmo estrategicamente conveniente toda essa convergência de serviços on line no Google? Já tratamos sobre isso em artigo anterior, intitulado <em><a href="http://blog.daltux.com/2008/03/solucoes-centralizadas-google-facilidade-versus-privacidade-um-esboco-sobre-o-dilema/">Soluções centralizadas Google, facilidade versus privacidade: um esboço sobre o dilema</a></em>. Devemos ter cuidado, e não apenas pela privacidade: um colapso mais grave e duradouro dos servidores do Google causaria prejuízos impensáveis. Nenhum serviço de comunicações é invulnerável. Redundância é fundamental. Basta ver o que aconteceu no início de julho em todo o Estado de São Paulo com quem dependia unicamente da <acronym title="Telecomunicações de São Paulo S.A.">Telesp</acronym> como provedora de acesso à Internet.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/08/gmail-em-manutencao-e-isso-que-da/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Podcast Info Semana Tech no Rhythmbox</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/08/podcast-info-semana-tech-no-rhythmbox/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/08/podcast-info-semana-tech-no-rhythmbox/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 05:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.daltux.com/?p=296</guid>
		<description><![CDATA[<p>Tentei assinar o Podcast Info Semana Tech no Rhythmbox, o gerenciador de músicas padrão do Ubuntu. Não consegui. Por algum motivo misterioso, o programa simplesmente ignorou o feed do podcast em questão. Tive a idéia de padronizar o feed através do FeedBurner. O ardil deu certo. Basta então adicionar este link como uma nova fonte <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/08/podcast-info-semana-tech-no-rhythmbox/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: none; margin: 15px" title="Equipe Info Semana Tech -- foto: reprodução" src="http://info.abril.com.br/podcast/images/semana-2.jpg" alt="reprodução" align="left" />Tentei assinar o <a href="http://info.abril.com.br/podcast/semanatech.shl">Podcast Info Semana Tech</a> no <a href="http://www.gnome.org/projects/rhythmbox/">Rhythmbox</a>, o gerenciador de músicas padrão do <a href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu</a>. Não consegui. Por algum motivo misterioso, o programa simplesmente ignorou o <a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Feed"><em>feed</em></a> do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast"><em>podcast</em></a> em questão. Tive a idéia de padronizar o <em>feed</em> através do <a href="http://www.feedburner.com">FeedBurner</a>. O <a title="astúcia, manha" href="http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx?pal=ardil" target="_blank">ardil</a> deu certo. Basta então <a href="http://feeds.feedburner.com/PodcastInfo-SemanaTech"><strong>adicionar este <em>link</em></strong></a> como uma nova fonte de podcast no Rhythmbox para assinar o Info Semana Tech. De acordo com suas preferências, o Rythmbox periodicamente verificará se há novo episódio do podcast e, se já estiver disponível, fará o respectivo <em>download</em>.</p>
<p><a href="http://img169.imageshack.us/my.php?image=rhythmboxcapturadatelade1.png" target="_blank"><img style="border: 0px none; margin: 15px" src="http://img169.imageshack.us/img169/954/rhythmboxcapturadatelade1.th.png" border="0" alt="Free Image Hosting at www.ImageShack.us" align="right" /></a></p>
<p>Veja a seguir os temas em discussão no episódio 110, desta semana, com meus <em>comentários</em>: <span id="more-296"></span></p>
<ul>
<li>O Bug do <acronym title="Domain Name System, sistema que traduz os domínios em endereços IP numéricos">DNS</acronym> já faz vítimas. Dá para se proteger?
<ul>
<li><em>Se começarem a explorar em massa essa brecha antes que seja corrigida, será um problema sério. É difícil identificar a fraude se for bem elaborada. Uma dica que sempre damos, ao acessar sites críticos como os bancários, é primeiro tentar entrar com dados propositadamente errados. Se o site for falso, ele deve aceitar. Confira também o certificado de segurança do site, algo possível quando se clica sobre o ícone do cadeado, geralmente no canto inferior direito do navegador. Saiba em detalhes <a href="http://www.linuxjournal.com/content/understanding-kaminskys-dns-bug" title="Linux Journal: Understanding Kaminsky's DNS Bug">como funciona o problema</a> e <a href="http://acassis.wordpress.com/2008/08/03/seu-provedor-esta-protegido-contra-a-vulnerabilidade-do-dns/" title="Seu provedor esta protegido contra a vulnerabilidade do DNS?">como descobrir se seu provedor está vulnerável</a>.</em></li>
</ul>
</li>
<li>As falhas nas placas de vídeo da <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:NVidia/format:box">NVidia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>
<ul>
<li><em>Até agora faltou transparência da empresa ao lidar com a situação, já que ainda não divulgou exatamente quais são os modelos afetados. Alguns fabricantes de laptops — <a href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:HP/format:box" class="bbli">HP<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> e <a href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:Dell+notebook/format:box" class="bbli">Dell<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> por enquanto </em><em>— lançaram correções paliativas, porém um </em>recall<em> para trocar os chips defeituosos seria a única solução definitiva.</em></li>
</ul>
</li>
<li>EUA andam apreendendo <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:notebook/format:box">laptops<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> dos turistas
<ul>
<li><em>Há tempos já tivemos conhecimento pela blogosfera de que a autoridade imigratória daquele país adquiriu o hábito de inspecionar os dados de laptops suspeitos. E o mesmo ocorre em outros países tais como Inglaterra e China. Agora parece que os EUA estão até apreendendo para inspeção todo e qualquer dispositivo que possa conter armazenamento de dados, sem prazo para devolução, dependendo se o oficial vai ou não vai com a cara do sujeito. A recomendação sempre é criptografar os dados sigilosos, como <a href="http://blog.daltux.com/assunto/criptografia/">já sugerimos em alguns artigos</a>.</em></li>
</ul>
</li>
<li>As mudanças no atendimento dos <em>call centers</em>
<ul>
<li><em>Ainda duvido que as novas regras, que entrarão em vigor em três meses, realmente surtirão efeito, embora esperemos que sim. Para cancelar uma linha telefônica da Brasil Telecom, há alguns dias, só conseguimos após uma breve visita ao <a href="http://www.maringa.pr.gov.br/procon/procon.php?id_categoria=1">Procon</a> municipal.</em></li>
</ul>
</li>
<li><a title="Using your browser URL history to estimate gender" href="http://www.mikeonads.com/2008/07/13/using-you r-browser-url-history-estimate-gender/">Site</a> tenta adivinhar se internauta é homem ou mulher. Funciona?
<ul>
<li><em>Para mim ele afirmou que a probabilidade era <strong>86%</strong> de ser homem, com base no histórico do navegador. E pra você? Comente!</em></li>
</ul>
</li>
<li>A jogada da Microsoft com o Mojab e as doações para o <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:Apache+livro/format:box">Apache<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>
<ul>
<li><em>Mais uma tentativa de Redmond de promover o fracassado WinMe2, também conhecido como &#8220;Vista&#8221;.</em></li>
</ul>
</li>
<li>Cracker ataca a NASA por causa dos ETs
<ul>
<li><em>Essa foi a inesperada defesa do cidadão: disse que a invasão não teve o dolo de causar prejuízo, mas que teria sido apenas pra tentar saber se os ETs existem.<br />
</em></li>
</ul>
</li>
<li><a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/072008/30072008-13.shl">Brasileiros poderão lucrar no YouTube com publicidade em vídeos</a></li>
</ul>
<p>O Podcast Info Semana Tech, da <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:Editora+Abril/format:box">Editora Abril<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, é liderado por <a href="http://info.abril.com.br/blog/semfio/">Débora Fortes</a> e conta com a participação de alguns integrantes da equipe da revista Info Exame, incluindo nosso grande amigo <a title="Zona Livre: um atalho para o código-fonte aberto" href="http://info.abril.com.br/blog/zonalivre/">Luiz Cruz</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/08/podcast-info-semana-tech-no-rhythmbox/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Deluge 0.5.9.2</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/06/deluge-0592/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/06/deluge-0592/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 08:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.daltux.com/2008/06/deluge-0592/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Acabou de sair a versão 0.5.9.2 do Deluge, cliente BitTorrent multiplataforma cujo nome significa &#8220;dilúvio&#8221;. Trata-se de uma versão de correção de bugs. A versão principal posterior, 0.6, ainda está em fase de testes.</p>
<p>Para quem ainda não conhece o programa, eis uma tradução do que diz seu site:</p>
<p>
Deluge é um cliente BitTorrent completo para Linux, <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/06/deluge-0592/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="15px;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/8/85/Deluge-Logo.svg/92px-Deluge-Logo.svg.png" alt="deluge" align="right" />Acabou de sair a versão 0.5.9.2 do <strong><a href="http://deluge-torrent.org">Deluge</a></strong>, cliente BitTorrent multiplataforma cujo nome <a href="http://www.thefreedictionary.com/deluge">significa</a> &#8220;dilúvio&#8221;. Trata-se de uma versão de correção de <em>bugs</em>. A versão principal posterior, 0.6, ainda está em fase de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:263904/tags:testes+software">testes<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>.</p>
<p><span id="more-269"></span>Para quem ainda não conhece o programa, eis uma tradução do que diz <a href="http://deluge-torrent.org/about.php">seu site</a>:</p>
<blockquote><p>
Deluge é um cliente <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/BitTorrent">BitTorrent</a> completo para Linux, Mac OS X e Windows. Ele utiliza a <a href="http://www.libtorrent.org/">libtorrent</a> como motor e <a href="http://www.pygtk.org/">PyGTK</a> na interface com o usuário.</p>
<p>O Deluge possui uma rica coleção de plugins; de fato, a maioria da funcionalidade do Deluge é em forma de plugins.</p>
<p>O Deluge foi criado com a intenção de ser leve e discreto. Acreditamos que download não deve ser a tarefa principal de seu computador e portanto não deve monopolizar os recursos do sistema.</p>
<p>O Deluge não foi desenvolvido para qualquer ambiente de trabalho específico e trabalhará muito bem em GNOME, KDE, XFCE e outros.</p>
<p>O Deluge é <a href="http://www.gnu.org/philosophy/free-sw.html">Software Livre</a> e licenciado sob a <a href="http://www.gnu.org/licenses/gpl.txt">GNU General Public License</a>.
</p></blockquote>
<p>Enfim, trata-se de uma excelente alternativa ao Azureus, o mais completo, compatível e pesado, ou ao µTorrent (lê-se &#8220;microtorrent&#8221;), o mais popular, enquanto preserva as características mais importantes.</p>
<p>Ele pode ser utilizado, em tese, em qualquer sistema operacional com suporte a <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:263904/tags:Python+livro">Python<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> e <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:C++">C++<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, bastando obter o código-fonte e fazer a construção (não digo compilação por Python ser interpretado) e instalação na sua máquina. As instruções estão no site.</p>
<p>Porém, mais fácil é obter um pacote com tudo pronto. Há pacotes prontos para <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:263904/tags:Ubuntu">Ubuntu<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> (32 ou 64-bit) e algumas outras distribuições de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:263904/tags:Linux">Linux<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>,com pouco mais de 2MB. Para <a title="Conheça Redmond, WA, USA" href="http://maps.google.com.br/maps?f=l&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=microsoft&amp;near=redmond&amp;ie=UTF8&amp;ll=47.641046,-122.127521&amp;spn=0.007041,0.020063&amp;t=h&amp;z=16" target="_blank">Redmond</a> (32-bit), são 10MB. Tanta diferença de tamanho deve ser em virtude da necessidade de carregar junto o interpretador Python e incluir a biblioteca PyGTK no pacote para Redmond, já que este sistema tem a infelicidade de não possuir gerenciamento de pacotes. Em todo caso, alguém poderia dizer se o Deluge funciona bem também em Redmond?</p>
<ul>
<li><a href="http://deluge-torrent.org/downloads.php">Página de download do Deluge</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/06/deluge-0592/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançado o Firefox 3</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/06/lancado-o-firefox-3/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/06/lancado-o-firefox-3/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 21:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Firefox]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.daltux.com/?p=268</guid>
		<description><![CDATA[<p>O Mozilla Firefox 3 está oficialmente lançado. Um problema comum ao fazer o download é que os servidores internacionais constantemente estão congestionados por enquanto. Se isto ocorrer, uma dica é baixar o Firefox 3 a partir do site brasileiro do time de desenvolvimento, br.mozdev.org, que fica menos sobrecarregado.</p>
<p>Já o servidor do site Spread Firefox, responsável <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/06/lancado-o-firefox-3/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.spreadfirefox.com/node&amp;id=232093&amp;t=315"><img style="border: none;margin: 15px;" src="http://sfx-images.mozilla.org/affiliates/Buttons/firefox3/FF3_88x31_g.png" border="0" alt="Firefox 3" align="right" /></a>O <strong>Mozilla Firefox 3</strong> está oficialmente lançado. Um problema comum ao fazer o download é que os <a title="Download do Firefox 3" href="http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox?p=downloadday">servidores internacionais</a> constantemente estão congestionados por enquanto. Se isto ocorrer, uma dica é <a title="Firefox 3 em português" href="http://br.mozdev.org/firefox/download.html"><strong>baixar o Firefox 3</strong> a partir do site brasileiro do time de desenvolvimento, <tt>br.mozdev.org</tt></a>, que fica menos sobrecarregado.</p>
<p><span id="more-268"></span>Já o servidor do site <a href="http://spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord/">Spread Firefox</a>, responsável pela divulgação (e emissão de certificados) do Download Day, também estava totalmente sobrecarregado quando começamos a escrever este artigo. <a href="http://twitter.com/mozillafirefox">Pelo Twitter</a>, contudo, os responsáveis anunciaram que logo a situação seria normalizada e isto realmente se confirmou.</p>
<p>Baixando sua cópia até as 17h UTC ou <strong>14h BRT</strong> (Brasília) de quarta-feira, 18 de junho, seu download ainda será contado como parte do <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:263904/tags:recorde+mundial">recorde mundial<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> do software mais baixado em 24 horas, uma iniciativa para divulgar ainda mais o produto. <strong>Não é necessário baixar o programa apenas a partir do site do Download Day</strong> para ser contado no recorde. A utilização de todos os servidores da Fundação Mozilla será consolidada de forma única.</p>
<p>Independentemente disso, é uma grande oportunidade para obter essa nova versão do browser mais flexível do mercado. Se você utiliza Ubuntu 8.04, os repositórios oficiais da distribuição ainda não foram atualizados para a versão final, o que deve ser feito em breve, porém já era fornecida a versão candidata ao lançamento.</p>
<p>Se você utiliza outra distribuição <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:263904/tags:Linux">Linux<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, qualquer <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operacional_tipo_Unix">Unix-like</a>, versões anteriores do <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:263904/tags:Ubuntu">Ubuntu<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ou ainda, mesmo que você já utilize o <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:263904/tags:Firefox">Firefox<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> 3 do Ubuntu, quer utilizar a versão nova final, recém baixada do site da Fundação Mozilla, o modo mais fácil é descompactar o pacote baixado e executar o arquivo <tt>firefox</tt> que estará contido no diretório criado. Simples assim. Todavia, o mais indicado para uso de todos os usuários ainda é aguardar o pacote de sua distribuição através do gerenciamento de pacotes, pois assim serão garantidas eventuais atualizações e maior integração com todo o sistema.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/06/lancado-o-firefox-3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Firefox 3: a contagem regressiva e outros prolegômenos</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/06/firefox-3-contagem-regressiva/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/06/firefox-3-contagem-regressiva/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 07:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Firefox]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.daltux.com/?p=266</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"></p>
<p>Amanhã (terça-feira, 17 jun. 2008) será lançado o Mozilla Firefox 3. Ajude esse fabuloso navegador, em nova versão que já temos a felicidade de testar há meses, a bater o recorde mundial do software mais baixado em um período de 24 horas. Você já pode entrar no site da divulgação e registrar seu <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/06/firefox-3-contagem-regressiva/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.spreadfirefox.com/node&amp;id=232093&amp;t=264"><img style="border: none" title="Download Day" src="http://www.spreadfirefox.com/files/images/affiliates_banners/dday_badge_fox.png" border="0" alt="Download Day" /></a></p>
<p>Amanhã (terça-feira, 17 jun. 2008) será lançado o <a href="http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord/firefox3">Mozilla Firefox 3</a>. Ajude esse fabuloso navegador, em nova versão que já temos a felicidade de testar há meses, a bater o <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:5101810/tags:recordes+livro">recorde mundial<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> do <em>software</em> mais baixado em um período de 24 horas. Você já pode entrar no site da divulgação e registrar seu compromisso de fazer o <em>download</em> quando a hora chegar. Além de contribuir com a difusão do software e ter a oportunidade de utilizá-lo logo quando a versão estiver oficialmente lançada, tendo feito o registro do compromisso você poderá obter um certificado de participação.</p>
<p><span id="more-266"></span>No momento da redação deste artigo, 1.308.206 pessoas em todo o planeta já tinham registrado seu compromisso com o <strong><a title="Spread Firefox | Download Day 2008" href="http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord" target="_blank">Firefox 3 Download Day</a></strong>. O Brasil está em terceiro lugar em número de compromissos (86.929), bem atrás dos EUA (218.802) e pouco atrás da Polônia (89.461). Será que os polacos vão ficar na nossa frente? Vamos mostrar a nossa força: se você ainda não fez isso, registre seu comprometimento com o recorde mundial. E chame os amigos também. Ainda dá tempo.</p>
<p>Toda essa campanha visa aumentar a adesão desse <em>browser</em> que trabalha em múltiplas plataformas, é desenvolvido e testado com a colaboração de diversas empresas e centenas de indivíduos ao redor do mundo de forma aberta (<em>open source</em>) sob coordenação de uma fundação (<a title="The Mozilla Foundation" href="http://www.mozilla.org">Mozilla</a>) e oferece inúmeras vantagens sobre os concorrentes.</p>
<p>Atualmente, o <a href="http://www.google.com/analytics">Google Analytics</a> demonstra que <strong>61,9%</strong> das visitas ao <em>blog</em> <a href="http://blog.daltux.com"><strong>DalTux</strong></a> foram feitas utilizando o <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:5101810/tags:Firefox+livro">Firefox<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>. Segundo a mesma ferramenta, o principal competidor representa 26,8% dos visitantes. O blog conta com esse tipo de medição há anos e pode-se afirmar que o salto foi enorme de seis meses para cá. Há cerca de um ano, a situação era praticamente oposta.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mozilla-hispano.org/images/ff3-cuenta-atras.php"><img style="border: none" src="http://www.mozilla-hispano.org/images/ff3-cuenta-atras.png.php" alt="Firefox 3" /></a></p>
<p>Quando dizemos que a maioria das pessoas utiliza <a title="O que é software livre?" href="http://www.fsfla.org/svnwiki/about/what-is-free-software.pt.html">software livre</a> e nem sabe disso, geralmente nos referimos ao Firefox. Quem experimenta e conhece sua facilidade de uso e sua flexibilidade, dada principalmente através de inúmeros complementos, não consegue mais utilizar outros browsers como seu ponto de partida principal à <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:5101810/tags:Web+livro">Web<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, além de outros fatores mais técnicos como <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:5101810/tags:seguran%E7a+internet+livro">segurança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, portabilidade e adoção dos <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:5101810/tags:css+ecmascript+livro">padrões internacionais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>.</p>
<p>Se você já experimentou o Firefox, mas não vê maiores vantagens, é recomendável um aconselhamento com pessoas mais informadas principalmente sobre as <a title="Complementos para o Firefox" href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/">Extensões</a>. Sua vida ficará mais agradável quando conhecer alguns complementos tais como <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/1865">AdBlock Plus</a>, <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/3006">Video DownloadHelper</a>, <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/3780">FaviconizeTab</a>, <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/1951">Fission</a>, <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/398">ForecastFox</a> (com previsões inclusive para Maringá) e a <a href="http://dellalibera.sourceforge.net/">verificação ortográfica</a>. Isso só para citar nossas preferidas. Alguém conhece outras extensões que acha indispensáveis? Comente!</p>
<p>É comum os desenvolvedores de sistemas para a Web enfrentarem dificuldades para aderir a padrões de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:formata%E7%E3o+html">formatação<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:javascript">script<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> e <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:5101810/tags:estilo+css+livro">estilo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>. O que tende a funcionar no Firefox e geralmente também em diversos outros navegadores, nem sempre funciona ou às vezes apresenta diferenças graves no <em>browser</em> até então dominante (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_Explorer" target="_blank">MS I.E.</a>). Ao surgir esse tipo de situação, o costume era sacrificar todos os outros usuários dos demais navegadores em favor do percentual maior deste browser I.E. cujo fabricante (uma grande <em>software house</em> de <a href="http://maps.google.com.br/maps?f=l&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=microsoft&amp;near=redmond&amp;ie=UTF8&amp;ll=47.641046,-122.127521&amp;spn=0.007041,0.020063&amp;t=h&amp;z=16" target="_blank">Redmond</a>) insiste em empurrar seus próprios &#8220;padrões&#8221; que às vezes nem mesmo ela segue<a title="Vide nota abaixo" href="#nota1">¹</a>. Se antes já não se podia ignorar a parcela de usuários que utilizam os motores Gecko (<a href="http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord">Firefox</a>, <a href="http://www.gnome.org/projects/epiphany/">Epiphany</a>), KHTML/WebKit (<a href="http://www.konqueror.org/features/browser.php">Konqueror</a>, <a href="http://www.apple.com/safari/">Safari</a>), Presto (<a href="http://opera.com">Opera</a>, <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:5101810/tags:Nintendo+Wii">Nintendo Wii<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>) <em>etc</em>., hoje a decisão mais sábia talvez já seja preferir estes do que aquele teimoso e <a title="Definição desse vocábulo segundo o dicionário português Priberam" href="http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx?pal=mofino" target="_blank">mofino</a> I.E. que perde mercado a cada dia. Que tal olhar para o futuro, ao invés de se prender ao passado?</p>
<h3>Leia mais:</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord/faq">Firefox 3 &#8211; Perguntas freqüentes e respostas sobre o Download Day 2008</a></li>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u411811.shtml">Folha Online &#8211; Nova versão do Firefox será lançada na próxima terça-feira</a></li>
<li><a href="http://www.yanaga.com.br/2008/03/06/enfim-compatibilidade/">Edson Yanaga &#8211; Enfim compatibilidade?</a></li>
</ul>
<p><small><a name="nota1">¹</a> Caso recente do OOXML aprovado pela ISO/IEC mas não seguido nem pela empresa que desenvolveu o padrão. Fontes confirmadas <a title="Homembit: ODF no Microsoft Office 2007: o pequeno machado" href="http://homembit.com/2008/05/odf-no-microsoft-office-2007-o-pequeno-machado.html" target="_blank">aqui</a> e originalmente levantadas <a title="Groklaw: Microsoft Office 2007 Fails OOXML Conformance Tests, Alex Brown Admits, Hopes For the Best" href="http://www.groklaw.net/article.php?story=20080421091129596" target="_blank">acolá</a>.</small></p>
<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-7153114302152264";
/* firefox google 468x60, criado em 16/06/08 */
google_ad_slot = "4351179220";
google_ad_width = 468;
google_ad_height = 60;
google_cpa_choice = ""; // on file
//-->
</script><br />
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/06/firefox-3-contagem-regressiva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sites musicais</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/06/sites-musicais/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/06/sites-musicais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 01:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Last.fm]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.daltux.com/2008/06/sites-musicais/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Og Maciel publicou em seu blog de língua portuguesa dois artigos indicando alguns interessantes sites de recomendações musicais. Entre os indicados está obviamente nosso predileto, Last.fm, contudo pode ser que também haja outros que sejam mais ao seu gosto nesse rol:</p>
<p></p>

Musicovery
Pandora (apenas nos EUA) / Global Pandora (atualmente não funcional)
Last.fm
Radio Paradise
Soma FM
Anywhere.FM
Project Playlist (indicado por <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/06/sites-musicais/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="padding: 15px" src="http://img511.imageshack.us/img511/8117/headbanger3tttg3.gif" alt="headbanger" align="right" />Og Maciel publicou em seu <em>blog</em> de língua portuguesa dois artigos indicando alguns interessantes <em>sites</em> de recomendações musicais. Entre os indicados está obviamente nosso predileto, <a href="http://www.last.fm/user/j0v3m">Last.fm</a>, contudo pode ser que também haja outros que sejam mais ao seu gosto nesse rol:</p>
<p><span id="more-260"></span></p>
<ul>
<li><a href="http://www.musicovery.com/">Musicovery</a></li>
<li><a href="http://pandora.com/">Pandora</a> (apenas nos EUA) / <a href="http://globalpandora.com/">Global Pandora</a> (atualmente não funcional)</li>
<li><a href="http://last.fm">Last.fm</a></li>
<li><a href="http://www.radioparadise.com/">Radio Paradise</a></li>
<li><a href="http://somafm.com/">Soma FM</a></li>
<li><a href="http://www.anywhere.fm/player/">Anywhere.FM</a></li>
<li><a href="http://www.playlist.com/">Project Playlist</a> (indicado por leitor)</li>
<li><a href="http://www.jango.com/">Jango</a> (indicado por leitor e já utilizado por nós)</li>
</ul>
<p>Testou algum deles? O que achou? Conhece outros sites nesse estilo? Comente!</p>
<p>Os <em>posts</em> originais de Maciel:</p>
<ul>
<li><a href="http://blog.ogmaciel.com/?p=425">Open Source Guy: Sistemas de recomendação de músicas online</a></li>
<li><a href="http://blog.ogmaciel.com/?p=426">Open Source Guy: Mais um site de músicas online</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/06/sites-musicais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dicas rápidas sobre criptografia usando GnuPG</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/03/dicas-rapidas-sobre-criptografia-usando-gnupg/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/03/dicas-rapidas-sobre-criptografia-usando-gnupg/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[criptografia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/?p=234</guid>
		<description><![CDATA[<p>Como no final do artigo anterior foi sugerido o uso de criptografia, apresentamos agora algumas fontes de informação e ferramentas a respeito do tema.</p>
<p>Tutorial muito completo sobre GPG: Usando o GnuPG, útil para todos, mas focado especialmente em usuários de terminais GNU/Linux, onde geralmente o GnuPG já vem instalado.</p>
<p>No Ubuntu (Gnome), por exemplo, o utilitário <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/03/dicas-rapidas-sobre-criptografia-usando-gnupg/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como no final do artigo anterior foi sugerido o uso de criptografia, apresentamos agora algumas fontes de informação e ferramentas a respeito do tema.</p>
<p>Tutorial muito completo sobre GPG: <a href="http://www.eriberto.pro.br/wiki/index.php?title=Usando_o_GnuPG">Usando o GnuPG</a>, útil para todos, mas focado especialmente em usuários de terminais GNU/Linux, onde geralmente o GnuPG já vem instalado.</p>
<p>No Ubuntu (Gnome), por exemplo, o utilitário gráfico <a href="http://www.gnome.org/projects/seahorse/">Seahorse</a> (menu <em>Aplicações / Acessórios / Senhas e Chaves de Criptografia</em>) é o método mais fácil de gerenciar seu chaveiro. O cliente de e-mail e organizador pessoal <a href="http://www.gnome.org/projects/evolution/">Evolution</a> já vem com suporte ao GnuPG.</p>
<p>Para usuários de &#8220;Janelas&#8221; de Redmond, também existe um pacote muito bom, contendo as ferramentas necessárias, convenientemente chamado &#8220;<a href="http://www.gpg4win.org">Gpg4Win</a>&#8220;.</p>
<p>Independentemente da plataforma, instale também a extensão <a href="http://firegpg.tuxfamily.org/">FireGPG</a> para o navegador Mozilla Firefox, permitindo a utilização facilitada de criptografia juntamente com qualquer página, inclusive webmails.</p>
<p>Finalmente, para o Mozilla Thunderbird, é indispensável a extensão <a href="http://enigmail.mozdev.org">Enigmail</a>, permitindo a integração desse excelente cliente de correio com o GPG.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/03/dicas-rapidas-sobre-criptografia-usando-gnupg/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Soluções centralizadas Google, facilidade versus privacidade: um esboço sobre o dilema</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/03/solucoes-centralizadas-google-facilidade-versus-privacidade-um-esboco-sobre-o-dilema/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/03/solucoes-centralizadas-google-facilidade-versus-privacidade-um-esboco-sobre-o-dilema/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 10:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[criptografia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/2008/03/28/solucoes-centralizadas-google-facilidade-versus-privacidade-um-esboco-sobre-o-dilema/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Muitas organizações têm aderido a soluções de correio eletrônico e outras ferramentas colaborativas, tudo concentrado pelo Google, que oferece tanta facilidade sem cobrar nada ou quase nada. Muito bom. Contudo, algo que não se pode esquecer é da importância de certa privacidade sobre as informações, especialmente no caso de setores estratégicos.</p>
<p>Desde a fundação do serviço <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/03/solucoes-centralizadas-google-facilidade-versus-privacidade-um-esboco-sobre-o-dilema/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas organizações têm aderido a soluções de correio eletrônico e outras ferramentas colaborativas, tudo concentrado pelo <a href="http://www.google.com/a/?hl=pt_BR">Google</a>, que oferece tanta facilidade sem cobrar nada ou quase nada. Muito bom. Contudo, algo que não se pode esquecer é da importância de certa privacidade sobre as informações, especialmente no caso de setores estratégicos.</p>
<p>Desde a fundação do serviço de e-mail do Google, o Gmail, entidades voltadas à proteção da privacidade já alertavam do problema: a própria publicidade que sustenta o serviço é gerada com base no conteúdo das mensagens do usuário. Por outro lado, o provedor afirma que este mecanismo é totalmente automático, sem interferência humana. Pior ainda, diriam alguns.</p>
<p>Algo que já era pra se desconfiar, fica ainda mais nebuloso conforme notícia veiculada pela <em>Folha de S. Paulo</em> na última quarta-feira, intitulada &#8220;<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u386028.shtml">Lei dos EUA permite que governo espione dados de empresas estrangeiras</a>&#8220;. Segundo as fontes da matéria, cuja leitura veementemente recomendamos, as organizações demoraram para perceber os riscos da utilização de ferramentas como essas oferecidas pelo Google, especialmente por serem hospedadas nos EUA.</p>
<p>É óbvio que a centralização das informações nos servidores do Google tem facilitado a vida de muitas pessoas. Inclusive deste que vos escreve. O presente texto, ao menos no momento de sua publicação original, está hospedado nos servidores dessa empresa.</p>
<p>Certamente, uma vantagem ideológica muito relevante dos serviços do Google é a não tentativa de formar um monopólio forçado à moda de <a href="http://www.microsoft.com" title="Micro-soft">Redmond</a>. Sua grande conquista do mercado tem se baseado mais na simplicidade, interoperabilidade e adoção de padrões abertos de comunicação. Contudo, dever-se-ia pensar duas vezes antes de deixar tantas informações estratégicas em poder de uma (única) empresa e, por conseguinte, ao governo de um país estrangeiro.</p>
<p>Uma forma relativamente simples de minimizar o problema? <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Criptografia_de_chaves_assim%C3%A9tricas">Criptografia</a></strong>. Recomendamos o sistema <strong><a href="http://www.gnupg.org/related_software/frontends.en.html">GnuPG</a></strong><a href="http://www.gnupg.org/related_software/frontends.en.html"> (<em>GNU Privacy Guard</em>)</a>, derivado do famoso <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pgp">PGP</a> (<em>Pretty Good Privacy</em> ou &#8220;Privacidade muito boa&#8221;), disponível em inúmeras plataformas. Eis um excelente site em língua portuguesa a respeito desse sistema: <a href="http://www.cripto.info">Cripto.info</a>.</p>
<p>Desejando enviar-nos uma mensagem cifrada, peça-nos nossa chave pública.</p>
<p>Veja mais: <a href="http://blogodalton.blogspot.com/2008/03/dicas-rpidas-sobre-criptografia-usando.html">Dicas rápidas sobre criptografia usando GnuPG</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/03/solucoes-centralizadas-google-facilidade-versus-privacidade-um-esboco-sobre-o-dilema/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Liferea &#8211; Linux Feed Reader &#8211; pequeno tutorial</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/03/liferea-linux-feed-reader-pequeno-tutorial/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/03/liferea-linux-feed-reader-pequeno-tutorial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 07:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/2008/03/21/liferea-linux-feed-reader-pequeno-tutorial/</guid>
		<description><![CDATA[<p>O Liferea (Linux Feed Reader), como sugere seu nome, é um leitor de notícias para Linux. De acordo com nossos testes, ele cumpre a promessa de ser rápido, fácil de usar e de instalar, perfeito para o ambiente Gnome.</p>
<p>Ele está nos repositórios oficiais do Ubuntu e do Debian. Para instalá-lo nessas distribuições, mande instalar o <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/03/liferea-linux-feed-reader-pequeno-tutorial/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong><a href="http://liferea.sourceforge.net/">Liferea (Linux Feed Reader)</a></strong>, como sugere seu nome, é um leitor de notícias para Linux. De acordo com nossos testes, ele cumpre a promessa de ser rápido, fácil de usar e de instalar, perfeito para o ambiente <a href="http://gnome.org">Gnome</a>.</p>
<p>Ele está nos <a href="http://packages.ubuntu.com/search?suite=default&amp;section=all&amp;arch=any&amp;searchon=names&amp;keywords=liferea">repositórios oficiais do Ubuntu</a> e do Debian. Para instalá-lo nessas distribuições, mande instalar o pacote <tt><strong>liferea</strong></tt>. Para tanto, procure por esse termo no Gerenciador de Pacotes Synaptic ou então basta digitar o seguinte no terminal de comando:</p>
<p><code>sudo apt-get install liferea</code></p>
<p>O programa, ao menos no Ubuntu, já vem configurado com várias fontes de notícias sobre software livre, nacionais e internacionais.</p>
<p><a href="http://img519.imageshack.us/my.php?image=capturadatelane6.png" target="_blank"><img src="http://img519.imageshack.us/img519/5677/capturadatelane6.th.png" border="0" alt="Captura de tela do Liferea no Ubuntu Hardy Heron 8.04" hspace="10" vspace="10" align="right" /></a>Seu uso é muito simples, tanto que nem compensa explicar muito. Por exemplo, para adicionar uma nova fonte de notícias, estando já na posse de um endereço do famoso <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feed">feed</a></em>, basta clicar com o botão direito do mouse sobre a lista de canais de notícias, Nova, Nova Assinatura. Cole o URL ali e clique em OK. Periodicamente, o Liferea verificará se há atualizações nas fontes.</p>
<p>Como obter um URL de fonte de notícias? Nosso colega Lucas redigiu um artigo explicando isso no blog <a title="Assinem nosso feed" href="http://www.simaringa.com/2008/03/20/assinem-nosso-feed/">SI Maringá</a>. Ele explica como pegar o endereço do feed daquele blog, mas isso se aplica a muitos sites. Inclusive este. Para quem ainda não descobriu onde encontrar, eis o endereço do feed do Blog-O-Dalton: <a href="http://feeds.feedburner.com/BlogODalton">http://feeds.feedburner.com/BlogODalton</a></p>
<p>Para os desavisados, os principais navegadores hoje informam com o típico ícone <img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/43/Feed-icon.svg/12px-Feed-icon.svg.png" border="0" alt="" align="center" /> na própria barra de endereços quando o site possui feed. Experimente clicar sobre ele.</p>
<p align="center"><img src="http://img262.imageshack.us/img262/7194/feedaddressbarjx7.gif" alt="Destaque do Ãcone de feed na barra de endereÃ§o do Firefox 3" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/03/liferea-linux-feed-reader-pequeno-tutorial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Resenha do livro O assalto planetário: a face oculta da Microsoft</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/03/resenha-do-livro-o-assalto-planetario-a-face-oculta-da-microsoft/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/03/resenha-do-livro-o-assalto-planetario-a-face-oculta-da-microsoft/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 19:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/2008/03/17/resenha-do-livro-o-assalto-planetario-a-face-oculta-da-microsoft/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Prefácio</p>
<p>A resenha foi publicada originalmente em 11 de fevereiro de 2003. Naquela ocasião eu ainda cursava Direito na Universidade Estadual de Maringá, morava sozinho ou em república e, com o propósito de substituir uma máquina de escrever, contava apenas com um laptop Epson 486 com 4MB de RAM, apelidado de Tamagoshi, que rodava MS-DOS 6.22, <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/03/resenha-do-livro-o-assalto-planetario-a-face-oculta-da-microsoft/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:sans-serif;">Prefácio</p>
<p>A resenha foi publicada originalmente em <a href="http://www.daltonsc.hpg.com.br/doc/arquivos/assalto.doc">11 de fevereiro de 2003</a>. Naquela ocasião eu ainda cursava Direito na Universidade Estadual de Maringá, morava sozinho ou em república e, com o propósito de substituir uma máquina de escrever, contava apenas com um laptop Epson 486 com 4MB de RAM, apelidado de Tamagoshi, que rodava MS-DOS 6.22, Windows 3.1 e Word 6.0, sem acesso à Internet.</p>
<p>É interessante lembrar como estava a situação do mercado na época em que a obra foi escrita (1998). A Microsoft estava começando a dominar um mercado em que tinha entrado tardiamente, a Internet. Hoje isso tem sido relativizado, com o advento do Google, do browser Firefox, o desenvolvimento de interfaces amigáveis ao usuário no mundo GNU/Linux, que alavancou sua utilização além dos servidores, e até o ressurgimento da Apple, que quase desapareceu em meados da década passada. Deve-se notar inclusive que as últimas versões do sistema operacional do Macintosh, MAC OS X, são também baseadas em Unix (BSD).</p>
<p>Enfim, lembrei dessa resenha após ter lido uma notícia <a href="http://feeds.folha.uol.com.br/folha/informatica/rss091.xml">via <i>feed</i></a> da <a href="http://www.folha.com.br/">Folha de S. Paulo</a>, intitulada &#8220;<b><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u382650.shtml" target="_blank">Google diz que negócio Microsoft-Yahoo! põe em risco a abertura da internet</a></b>&#8220;. Embora o mercado da Internet tenha se diversificado e esse alegado domínio seja algo bem improvável, não é impossível e há sim grande probabilidade de que a empresa situada na região metropolitana de Seattle faça alguma tentativa nesse sentido. Mais do que um assalto planetário, <a href="http://www.geek.com.br/modules/edicoes/ver_conteudo.php?idc=51" title="Sérgio Amadeu">há quem afirme</a> que a política comercial dessa corporação é análoga à tática do tráfico de drogas.</p>
<p><b>Comentários a <i>O assalto planetário: a face oculta da Microsoft</i>.</p>
<p>Dalton Scavassa</b></p>
<p>www.daltonsc.hpg.com.br</p>
<p>11 de fevereiro de 2003.<br /></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;"><b>Roberto di Cosmo</b> é doutor pela  Universidade de Pisa, Itália, docente e pesquisador de Informática  da Escola Normal Superior de Paris, França. <b>Dominique Nora </b> é repórter do semanário francês <i>Le Nouvel Observateur</i> e autora  de vários livros, entre eles <i>Os conquistadores do ciberespaço</i>  (Lisboa: Terramar, 1996).</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Essa obra (O assalto planetário), uma entrevista, descreve  minuciosamente e de forma extremamente didática como a Microsoft vem  ambicionando — e a meu ver já está na iminência de — controlar  totalmente todas as formas de transmissão e de tratamento da informação.  Todas as áreas, como a educação e as transações bancárias, nos  atuais e nos futuros meios de comunicação social, bem como a intimidade  da vida privada, podem estar sujeitos à gigante de Seatlle.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Di Cosmo denuncia: “Hoje em dia a  expressão ‘sociedade da informação’ não é um termo vão. É  difícil encontrar um bem mais importante que a informação, serviços  mais estratégicos do que os que dizem respeito à sua criação, transmissão  e manipulação. <b>Se uma única empresa  – neste caso a Microsoft – conseguir, como ambiciona, alcançar  o monopólio quase total da cadeia mundial da informação e das comunicações,  ela passará a representar um perigo para a democracia</b>” (p. 12,  grifo nosso).</span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"> </span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">O Big Brother do romance <i>1984</i>,  de George Orwell, não é nada relacionado com o que estamos sujeitos  diante de uma única empresa controlando toda a cadeia da informação.  Naquela ficção os indivíduos sabiam que estavam sendo espiados, podendo  se precaver e se dissimular diante das câmeras de vídeo. Isto não  seria possível, segundo o autor, face às tecnologias atuais que regem  o cotidiano do “mundo informático”. Hoje utilizamos estas tecnologias  com toda a confiança ao utilizarmos o correio eletrônico, o telefone  celular, ao redigirmos textos, ao pagarmos nossas contas e, enfim, ao  consumir. As empresas também não estariam de fora, já que “confiam  todos os seus segredos estratégicos às redes informáticas”. O aviso:  “Ora é tecnicamente possível conservar vestígios de todas estas  informações sem que ninguém saiba e sem recorrer a câmaras bem visíveis.  [...] Estes dados condicionam muito mais nossa vida privada do que o  simples facto de nos espiarem em nossa casa, com o auxílio de uma câmara  facilmente localizável&#8230; Sobretudo se estas informações caírem  nas mãos de uma única empresa” (p. 14).</span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"> </span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">“Se a Microsoft conseguir de facto  dominar simultaneamente os sistemas operativos [operacionais] dos computadores  pessoais, as redes de comunicação, os programas de navegação e a  inteligência dos servidores de informação que constituem a rede Internet,  o grupo [...] teria de facto o poder de decidir, de uma forma dissimulada,  quem teria acesso à informação” (p. 15).</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">É fato, segundo o autor, que a Internet  se desenvolveu graças a linguagens e protocolos abertos, como HTML,  TCP/IP, o Berkeley Internet Name Daemon e o Perl. Esta base de modelos  abertos e públicos é o que permite que os usuários possam trocar  livremente informações entre todas as plataformas, seja “Wintel”  (Windows/Intel), Macintosh, Sun, HP, IBM, NeXT, Atari ou Amiga.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">A Microsoft domina os sistemas operacionais  com o Windows e já desbancou o mercado de <i>browsers</i> com o Internet  Explorer. Se (ou quando) conseguir dominar também o mercado de servidores  com o seu IIS (Internet Information Server), atualmente representado  em mais de 50% pelo Apache, programa aberto, o mundo da informação  estará em situação complicada.</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Dominando os sistemas operacionais,  os navegadores e os servidores, a Microsoft poderá facilmente impedir  a compatibilidade entre plataformas e que concorrentes façam produtos  compatíveis com os dela. E ainda: ninguém poderia entender como estas  máquinas se comunicariam entre si, ou seja, a liberdade e a vida privada  estaria em gr<br />
ave perigo. “[...] numa economia mundializada e ultracompetitiva,  seu perfil de consumo vale ouro. Quem souber quais são as suas tendências  culturais, as cidades que gostaria de visitar, os produtos que lhe interessam,  os brinquedos preferidos dos seus filhos, etc., poderá propor-lhe os  bens e os serviços que correspondem exactamente aos seus gostos”  (p. 16). Hoje isto já é de certa forma feito, através dos <i>cookies</i>,  mas esta prática, segundo o autor, foi identificada e denunciada justamente  pelo fato de se basearem, por enquanto, em protocolos abertos. Se as  comunicações estiverem “codificadas no sigilo comercial de uma linguagem  específica, ninguém poderá saber o que seu próprio microcomputador  ‘diz’ à rede” (p. 17). As empresas que utilizam estas técnicas  dizem que “prever nossos desejos” é para nosso próprio bem. “Mas  será que queremos abdicar do nosso livre arbítrio em nome deste ‘angelismo’  comercial?” (loc. cit).</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">“Bill Gates sabe perfeitamente, e  essa é a sua maior angústia, que o microcomputador não será eternamente  a única porta de acesso à Internet. Os terminais de acesso vão diversificar-se.  A Microsoft tenta, pois, empurrar a sua solução e os seus modelos  para todos os nichos emergentes: o Windows CE tornou-se já o sistema  operativo vulgar das agendas electrónicas, apesar de, como é habitual,  os melhores produtos neste domínio (como o PalmPilot ou o Psion) não  o utilizarem” (p. 19). A televisão interativa, os consoles de videogame,  os telefones celulares, os computadores de automóvel, tudo aquilo em  que puder, a Microsoft desejará estar presente com seus softwares,  a fim de dominar todo o mercado da informação.</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Aliás, Bill Gates (pessoa física,  não a Microsoft), aliado a um bem-sucedido empresário americano da  telefonia móvel, Craig McCraw, fundou a Teledesic, empresa que pretende  [o livro é de 1998] lançar 288 satélites, que poderia fazer concorrência  a qualquer rede terrestre clássica de telecomunicações (p. 21). Tudo  indica que serão utilizados neste projeto os softwares Microsoft.</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Declara ainda o pesquisador que o ramo  de <i>software </i>é mais importante estrategicamente do que o de <i> hardware</i>, já que “é muito mais fácil clonar um <i>chip</i>  do que um programa complexo. [...] Aliás, há muito tempo que a AMD,  a Cyrix e a IBM produzem chips que fazem funcionar o Windows tão bem  como os da Intel, e por muito menos dinheiro” (p. 13). Ora, eu mesmo  estou diante de um <i>laptop</i> equipado com microprocessador da extinta  Cyrix, um 486 SLC, 50 MHz, e já tive ainda um antigo desktop equipado  com Cyrix 486 DLC 40 MHz. Nunca tive qualquer problema por não estar  usando um PC com “Intel Inside”. Ou seja, o monopólio da Intel  não é tão importante quanto o da Microsoft. “A Microsoft e a Intel  estão aliás muito ligadas. A Intel produz <i>chips</i> cada vez mais  poderosos para motorizar <i>softwares</i> Microsoft cada vez mais pesados,  que por sua vez nos obrigam a mudar de computador cada vez mais depressa&#8230;  e consequentemente a deixar cada vez mais dinheiro nas caixas registradoras  destes dois cúmplices” (loc. cit.).</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">O autor desmistifica a história da  Microsoft. Aliás, há um filme interessante, relativamente recente,  sobre o início da Microsoft e da Apple.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;"><b>A linguagem Basic  —</b> John Kemeny e Thomas Kurtz, em 1964, é que criaram a linguagem  Basic. Bill Gates e Paul Allen somente criaram um interpretador daquela  linguagem para o microcomputador Altair.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;"><b>O IBM PC e o MS-DOS  —</b> Os computadores pessoais, no final da década de 1970, começaram  a ser utilizados na contabilidade das pequenas empresas, com o advento  do programa Visicalc. Até então eram coisa de apaixonados, nada que  ameaçasse a homogenia da IBM e seus sistemas enormes acessíveis somente  aos governos e grandes instituições ancárias. Com os Apple e Commodore  começando a entrar no comércio e nas pequenas empresas, a IBM precisava  apresentar um produto dela para evitar perder seu quase monopólio,  mesmo não acreditando verdadeiramente no computador pessoal. Prova  disso é que nas grandes máquinas <i>todas</i> as peças eram fabricadas  na própria empresa, enquanto nos primeiros IBM PCs, “só o<br />
teclado  é que era da IBM&#8230; O resto fora descoberto no mercado: a Intel fornecera  o processador 8008, e a Microsoft, uma empresa criada em 1975, fora  solicitada para fornecer o sistema operativo” (p. 23).</span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Bill Gates e Paul Allen não trabalhavam  com sistemas operacionais naquela época, mas se aproveitaram da situação  – a IBM não conhecia bem este nicho de mercado – e ofereceram um  sistema que compraram (e não inventaram) por 50 mil dólares da pequena  Seattle Computer: o Q-DOS, que significava <i>Quick</i> (rápido) <i> and Dirty</i> (sujo)<i> Operating System</i>, produto de total “qualidade”,  foi rebatizado de MS-DOS (<i>Microsoft Disk Operating System</i>) e  oferecido à IBM, que o inseriu em seu também <i>quick and dirty</i>  PC. Entretanto, pasmem, até hoje utilizamos esta plataforma!</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Evidentemente, a qualidade do IBM PC,  totalmente improvisado, “era muito inferior à do Apple II, mas o  poder comercial e o serviço da IBM determinaram a diferença” (p.  24).</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">A IBM nunca levou o PC a sério: “o  mamute não se deu ao trabalho de comprar o MS-DOS nem de assegurar-lhe  a exclusividade. Resultado: a Microsoft conseguiu vender depois o MS-DOS  – e mais tarde o seu sucessor Windows – a todos os concorrentes  da ‘Big Blue’. [...] Ninguém adivinhava que, com a estandardização  [padronização] dos produtos Intel e Microsoft e o aparecimento de  clonadores asiáticos, todos os lucros – e o poder – da microinformática  se concentrariam nos <i>chips</i> e nos sistemas operativos. Você sabe  o que se seguiu” (p. 24). Ninguém adivinhava porque na época quem  dominava o mercado eram os próprios construtores das máquinas, o que  se inverteu depois.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">“[...] Os fundadores da Microsoft  eram, desde o início, empresários pragmáticos, mais do que visionários  da tecnologia. Souberam muito bem identificar as oportunidades e ocupar  o lugar antes dos outros, ainda que com produtos medíocres” (p. 24).  Isto explica o êxito extraordinário daquela empresa: a astúcia, não  a qualidade de seus programas. Hoje, sem saber o que fazer com tanto  dinheiro, “a empresa adquire maciçamente as suas próprias acções”  (loc. cit). Um exemplo é a escalada da Internet, que foi totalmente  ignorada a início por Gates. “Em 1995, bastaram alguns meses a este  mastodonte de vinte cinco mil empregados para dar a volta e fazer da  Internet o seu eixo de desenvolvimento privilegiado” (p. 25).</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Enfim, isto é só o começo de uma  discussão empolgante. Di Cosmo comenta muitos outros aspectos do mercado  da informática, e a relação com o monopólio do, segundo ele, “mastodonte”  de Seattle, cujos produtos, além de tudo são de má qualidade.</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </s<br />
pan></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">O pesquisador ao final (p. 116) dá  três opções alternativas, de acordo com o perfil do consumidor:</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<ol><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;">
<li><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Ao “<b>público especialista</b>”,  como as grandes empresas e as universidades, a quem não tem importância  a aparência externa, mas sim a robustez interna do sistema, Di Cosmo  recomenda o Linux, o FreeBSD ou qualquer outra versão do Unix, talvez  até uma comercial.</span></span></li>
<p><span style="font-family:sans-serif;">
<li><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Ao “<b>grande público individual</b>”,  o consumidor totalmente leigo e que talvez nem sabe se necessita da  informática, não recomenda o Linux, devido à sua interface atual,  e tampouco a armadilha “Wintel”. Àqueles que querem tão somente  se divertir com jogos, recomenda que adquiram um console Sony Playstation,  Nintendo ou Sega, mais em conta que PCs e sem armadilhas. Já a quem  pretende ter um computador de verdade, a melhor solução seria um Apple  Macintosh, enquanto aguarda uma maior evolução didática do Linux.  Apesar do Mac não ter a estabilidade do Unix, é bem melhor do que  os Wintel e a interface é das mais agradáveis. Seu custo ultimamente  tem sido reduzido, com o modelo iMac.</span></span></li>
<p><span style="font-family:sans-serif;">
<li><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">O “<b>público organizado</b>”,  intermediário aos outros dois, seria aquele sem conhecimento técnico  mas que poderia obter apoio de terceiros. Os profissionais como advogados  e médicos poderiam conseguir que suas associações oferecessem apoio  técnico qualificado a seus associados. O usuário assim poderia ter  um sistema funcional sem se preocupar com aspectos técnicos.</span></span></li>
<p></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></ol>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;">   </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">A administração pública poderia  utilizar o conhecimento disponível nas universidades para conseguir  opções econômicas e confiáveis baseadas em Linux. Poderia ainda  ressussitar máquinas antigas utilizando o sistema NewDeal, ao invés  de dispender com máquinas excessivamente onerosas exigidas pelo Windows.</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Citando o caso da IBM, que resolveu  adotar e promover o servidor Apache, ao invés de render-se ao WindowsNT,  Roberto di Cosmo afirma que “não é certo que o Linux enterre um  dia o Windows. Mas talvez o modelo de criação e divulgação do <i> software</i> livre seja o do futuro&#8230; Porque não existe nenhuma empresa  suficientemente rica, nem mesmo a Microsoft, que possa lutar contra  os talentos conjugados dos melhores programadores do mundo. Sobretudo  se o fruto dos seus trabalhos for depois endossado por pesos-pesados  da indústria.</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span><br />
</span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Enfim, <i>O assalto planetário: a  face oculta da microsoft</i> é um livro gostoso de ler, que nos dá  a sensação de que estamos ameaçados mas ao mesmo tempo nos dá a  esperança de que, se nos precavermos e nos reunirmos, poderemos escapar  dos golpes monopolistas do mastodonte de Seattle.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;">  </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Esperamos que o poder público se alerte,  como o Ministério Público e o CADE, para que no nosso país tomemos  alguma atitude para não ficarmos totalmente dependentes de uma única  empresa estrangeira e monopolista. A sociedade civil também poderia  se mobilizar, através das organizações não governamentais.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:sans-serif;"><b>Referência bibliográfica</b></span></span> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">DI COSMO, Roberto;  NORA, Dominique. <b>O assalto planetário:</b> a face oculta da Microsoft.  Trad. Maria Filomena Duarte. Lisboa: Terramar, 1999. Título original: <i> Le hold-up planétaire: la face cachée de Microsoft.</i> Paris: Calmann-Lévy,  1998.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/03/resenha-do-livro-o-assalto-planetario-a-face-oculta-da-microsoft/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

