<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>DalTux Blog &#187; SI</title>
	<atom:link href="http://blog.daltux.com/assunto/si/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.daltux.com</link>
	<description>Difusão de Tecnologia e Informação abertas.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Feb 2012 08:00:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.2</generator>
		<item>
		<title>Sistema aberto: definição</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2011/01/sistema-aberto/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2011/01/sistema-aberto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 04:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.daltux.com/?p=577</guid>
		<description><![CDATA[<p>open system n. (often in pl.) a computer system in which the components conform to non-proprietary standards rather than to the standards of a specific supplier of hardware or software, thus allowing greater compatibility.</p>
<p>(Canadian Oxford Dictionary, 2nd Edition)</p>
<p>Tradução livre:</p>
<p>sistema aberto substantivo (frequentemente no plural) um sistema de computador cujos componentes estejam conforme padrões não-proprietários ao <p><a href="http://blog.daltux.com/2011/01/sistema-aberto/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>open system</strong> <small><em>n.</em></small> (often in <em>pl.</em>) a computer system in which the components conform to non-proprietary standards rather than to the standards of a specific supplier of hardware or software, thus allowing greater compatibility.</p>
<p>(<a href="http://www.oupcanada.com/catalog/9780195418163.html">Canadian Oxford Dictionary</a>, 2nd Edition)</p></blockquote>
<p>Tradução livre:</p>
<p><strong>sistema aberto</strong> <small><em>substantivo</em> (frequentemente no <em>plural</em>)</small> um sistema de computador cujos componentes estejam conforme padrões não-proprietários ao invés dos padrões de um fornecedor específico de <i>hardware</i> ou <i>software</i>, assim permitindo maior compatibilidade.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2011/01/sistema-aberto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto Mono</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/06/projeto-mono/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/06/projeto-mono/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 04:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cesumar]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.daltux.com/?p=270</guid>
		<description><![CDATA[<p>Exibimos hoje, no total de seis colegas, como avaliação parcial do 2o bimestre de Tópicos Especiais em Sistemas de Informação, uma apresentação sobre o Projeto Mono, a implementação em código aberto da Plataforma .NET patrocinada atualmente pela Novell.</p>
<p>Eis a apresentação que, tal qual suas fontes de informações e imagens (site do Mono e Wikipedia), publicamos <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/06/projeto-mono/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 0pt none; margin: 15px;" src="http://img440.imageshack.us/img440/6126/monologojn1.png" alt="mono" width="93" height="112" align="right" />Exibimos hoje, no total de seis colegas, como avaliação parcial do 2<sup><span style="text-decoration: underline;">o</span></sup> bimestre de Tópicos Especiais em Sistemas de Informação, uma apresentação sobre o <strong><a title="Mono Project" href="http://mono-project.com">Projeto Mono</a></strong>, a implementação em código aberto da Plataforma <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:263904/tags:plataforma+.NET/format:box">.NET<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> patrocinada atualmente pela <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:263904/tags:Novell/format:box">Novell<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>.</p>
<p>Eis a apresentação que, tal qual suas fontes de informações e imagens (site do Mono e Wikipedia), publicamos nos termos da <a title="GNU FDL" href="http://http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html">GNU Free Documentation License</a>:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.4shared.com/file/52918999/f691f5cd/apresentacao-mono.html">Apresentação &#8211; Projeto Mono</a> (PDF, 777kB)</li>
<li><a href="http://img72.imageshack.us/img72/2334/apresentacaomonopa2.swf">Apresentação &#8211; Projeto Mono</a> (Flash)</li>
</ul>
<p>Deve ser útil como uma pequena fonte de informações iniciais sobre esse importante projeto.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/06/projeto-mono/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Software livre para gerenciamento de projetos</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/05/software-livre-para-gerenciamento-de-projetos/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/05/software-livre-para-gerenciamento-de-projetos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 11:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Cesumar]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.daltux.com/?p=248</guid>
		<description><![CDATA[<p>Na aula de ontem da disciplina Prática e Gerenciamento de Projetos, deparamo-nos com um problema: foi-nos passada uma atividade a ser desenvolvida no laboratório, em que um arquivo a ser trabalhado veio no formato do Redmond Project (MPP). Nem os mofinos computadores do laboratório da faculdade possuíam o famigerado programa. Pudera, uma licença da versão <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/05/software-livre-para-gerenciamento-de-projetos/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin:10px;" src="http://img236.imageshack.us/img236/1110/openprojlogoss9.png" border="0" alt="OpenProj" align="right" />Na aula de ontem da disciplina <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:Gerenciamento+de+Projetos">Prática e Gerenciamento de Projetos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, deparamo-nos com um problema: foi-nos passada uma atividade a ser desenvolvida no laboratório, em que um arquivo a ser trabalhado veio no formato do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Redmond_(Washington)">Redmond</a> Project (MPP). Nem os <a title="Definição do vocábulo no dicionário Priberam" href="http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx?pal=mofino">mofino</a>s computadores do laboratório da faculdade possuíam o famigerado programa. Pudera, uma licença da versão básica custa a quantia de <a href="http://www.brasoftware.com.br/detalhes.aspx?ProdutoCodigo=6739">R$1.420,00</a>! Se cada laboratório tem cerca de 30 terminais&#8230;  Não obstante o Prof. Dr. Robinson Patroni ser grande fã de Redmond, <a title="Definição dessa expressão latina, segundo a Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Data_venia#D"><em>data venia</em></a>, acabou sendo obrigado por essas circunstâncias a nos dispensar de lidar com esse arquivo específico. Passamos a outro, então.  Pois bem, se você já esteve ou está em situação semelhante, seus problemas acabaram! Para nos libertarmos dessa limitação, com uma breve consulta ao oráculo, descobrimos posteriormente vários softwares de gerência de projetos que são grátis, possuem o código-fonte aberto e ainda por cima  trabalham com os &#8220;abençoados&#8221; arquivos de Redmond (MPP). No final das contas, testamos apenas aqueles que se encaixam na <a title="Free Software Foundation - O que é Software Livre?" href="http://www.gnu.org/philosophy/free-sw.pt-br.html">definição de <em>software livre</em></a>, tendo se destacado o produto <a href="http://sourceforge.net/projects/openproj/">Projity <strong>OpenProj</strong> 1.1</a>.</p>
<div style="text-align: center"><a href="http://img231.imageshack.us/my.php?image=openprojcapturadatelaxc8.png" target="_blank"><img title="OpenProj" src="http://img231.imageshack.us/img231/4739/openprojcapturadatelaxc8.th.png" border="0" alt="OpenProj" /></a></div>
<p>Em testes superficiais, o OpenProj pareceu ser o que oferece mais recursos e, assim como o <a href="http://ganttproject.biz/">GanttProject 2.0.6</a>, roda na Plataforma Java, ou seja, em vários <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:sistemas+operacionais">sistemas operacionais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>. A desvantagem mais aparente do OpenProj sobre o GanttProject é a não utilização do mecanismo que permite a um programa <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:Java">Java<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> assumir a aparência do ambiente operacional. Ao ser executado no <a href="http://www.gnome.org/start/stable/">Gnome</a>, o programa não assumiu o tema do GTK+, mas sim a aparência padrão Java Swing, &#8220;Metal&#8221;. Não o testamos no Janelas para ver se ali ele fica com a aparência daquele ambiente ou se permanece Metal. Alguém poderia dizer?</p>
<div style="text-align: center"><a href="http://img74.imageshack.us/my.php?image=ganttprojectcapturadatebv0.png" target="_blank"><img title="GanttProject" src="http://img74.imageshack.us/img74/5299/ganttprojectcapturadatebv0.th.png" border="0" alt="GanttProject" /></a></div>
<p>Instalamos aqui também, via <tt>apt</tt>, o <a href="http://live.gnome.org/Planner">Gnome <strong>Planner</strong></a> 0.14.2, porém ainda não permite abrir o arquivo do <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:Microsoft+Project">Redmond Project<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> (MPP). Abaixo, captura de tela que comprova a situação.</p>
<div style="text-align: center"><a href="http://img74.imageshack.us/my.php?image=plannercapturadatelawe8.png" target="_blank"><img title="Planner" src="http://img74.imageshack.us/img74/1669/plannercapturadatelawe8.th.png" border="0" alt="Planner" /></a></div>
<p>Embora, pessoalmente, ainda não tenhamos conhecimento suficiente de nenhuma ferramenta desse tipo, tampouco do MS Project, não podemos afirmar se essas que indicamos realmente podem ou não fazer todo o trabalho. Contudo, vale a pena você mesmo testá-las, não apenas pelo baixo ou nulo custo, mas sobretudo para dar a si mesmo a chance de aprender a não depender de mais um programa proprietário, que funciona apenas em uma plataforma deficiente. Embora Redmond ofereça licenças gratuitas a acadêmicos, através do <a href="http://www.cesumar.br/informatica/programas/">MSDNAA (Academic Alliance), disponível no Centro Universitário de Maringá</a>, é muito fácil cair em uma armadilha: você aprende gratuitamente a depender dessas ferramentas, todavia depois custarão horrores quando realmente a necessidade surgir em seu futuro profissional. Saiba usá-las se possível, mas nunca dependa delas: aprenda a lidar com outros fornecedores!</p>
<p>[P. S.] Quem ainda utiliza apenas o sistema operacional de Redmond pode tentar também o <a href="http://www.openworkbench.org">Open Workbench</a>, programa desenvolvido pela Computer Associates e liberado através da licença MPL, que também apareceu bem indicado por alguns sites durante nossa pesquisa, embora não o tenhamos testado.</p>
<p>A propósito, nunca é demais cobrar: <a href="http://www.michelazzo.com.br/node/385"><big><strong>liberte seus documentos!</strong></big></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/05/software-livre-para-gerenciamento-de-projetos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Calculadora de pontos-por-função</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/04/calculadora-de-pontos-por-funcao/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/04/calculadora-de-pontos-por-funcao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 07:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cesumar]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Java]]></category>
		<category><![CDATA[produção própria]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.daltux.com/?p=245</guid>
		<description><![CDATA[<p>Como trabalho acadêmico da disciplina de Engenharia de Software II, especificamente dentro do tópico de métricas orientadas a função, fizemos um pequeno programa para calcular os pontos-por-função de um projeto de software.</p>
<p> </p>
<p>Ele já funciona e calcula corretamente o valor de FP de seu projeto (isto foi conferido pela professora), podendo ser utilizado normalmente, porém <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/04/calculadora-de-pontos-por-funcao/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como trabalho acadêmico da disciplina de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:Engenharia+de+Software">Engenharia de Software<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> II, especificamente dentro do tópico de <a href="http://www.pr.gov.br/batebyte/edicoes/2000/bb101/metricas.htm">métricas</a> orientadas a função, fizemos um pequeno programa para calcular os pontos-por-função de um projeto de software.</p>
<p><a href="http://img87.imageshack.us/my.php?image=calculadorappf1be2.png" target="_blank"><img title="A primeira tela do programa em execução, com um visual GTK" src="http://img87.imageshack.us/img87/8100/calculadorappf1be2.th.png" border="0" alt="screenshot1" align="middle" /></a> <a href="http://img176.imageshack.us/my.php?image=calculadorappf2jh5.png" target="_blank"><img title="Janela de ajustes de complexidade e resultado final, no visual Win32" src="http://img176.imageshack.us/img176/7989/calculadorappf2jh5.th.png" border="0" alt="screenshot2" align="middle" /></a></p>
<p>Ele já funciona e calcula corretamente o valor de <acronym title="Function Points">FP</acronym> de seu projeto (isto foi conferido pela professora), podendo ser utilizado normalmente, porém com algumas ressalvas. Existe pelo menos um <em>bug</em> conhecido que permanece nessa versão 1.0: ao fechar a janela dos ajustes de complexidade e abri-la novamente, alguma variável ainda não identificada está sendo acumulada, fazendo com que o cálculo seja modificado. Por enquanto, o jeito é clicar em Arquivo &gt; Novo projeto, para zerar tudo.</p>
<p><img class="alignright" style="10px;" src="http://img142.imageshack.us/img142/386/gplv3127x51bp9.png" alt="GPLv3" width="127" height="51" align="right" />Ficamos receosos de publicar o código-fonte do programa, por <em>vergonha</em>, pois foi feito com a maior pressa para ser entregue em um dia. Apenas depois foi anunciado que poderia ser entregue posteriormente, mas daí já estava praticamente tudo feito. Mesmo sendo desenvolvido com <acronym title="Programação Orientada a Gambiarras">POG</acronym>, mudamos de idéia, então distribuímos o programa sob os termos da <a href="http://www.gnu.org/licenses/gpl-3.0.html"><strong>GNU General Public Licence, versão 3</strong></a>, tal como publicada pela Free Software Foundation.</p>
<h2>Download</h2>
<p>O programa funciona em qualquer <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:sistemas+operacionais+modernos">sistema operacional<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, contanto que esteja instalado o <a title="Sun Microsystems - Página de download da máquina virtual Java" href="http://java.com/download/">Java Runtime Environment 1.6.0 (&#8220;Java 6 JRE&#8221;)</a> ou mais recente.</p>
<h3>Binários (Java <em>bytecodes</em>)</h3>
<h4><a title="PontosPorFuncao" href="http://blog.daltux.com/dist/PontosPorFuncao/launch.jnlp">Java Web Start</a></h4>
<p>É a maneira mais ágil de executar o programa, se o ambiente de sua máquina estiver devidamente configurado. <a href="http://blog.daltux.com/dist/PontosPorFuncao/launch.jnlp">Clique aqui</a> e mande abrir com o Java Web Start.</p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">A maneira mais ágil de executar o programa seria clicar <a href="http://blog.daltux.com/dist/PontosPorFuncao/launch.jnlp">neste link</a>, porém o servidor onde o arquivo se encontra ainda não está configurado corretamente para associar o arquivo com o <a href="http://www.java.com/pt_BR/download/faq/java_webstart.xml">Java Web Start</a>. Contudo, ainda é possível utilizá-lo: basta salvar o pequeno arquivo em sua máquina como <strong><tt>PontosPorFuncao.jnlp</tt></strong> e abri-lo com o Java Web Start. Uma alternativa ainda pode ser, através do seu terminal de comandos <small>(p. ex., se for no Gnome: Aplicações / Acessórios / Terminal; se for no Windows: Iniciar / Executar / cmd)</small>, digitar:<br />
<code>javaws http://blog.daltux.com/dist/PontosPorFuncao/launch.jnlp</code></span></p>
<h4>Tradicional (JAR)</h4>
<ul>
<li><a href="http://blog.daltux.com/wp-content/uploads/2008/04/PontosPorFuncao_1.0_dist.7z"><strong>PontosPorFuncao_1.0_dist.7z</strong></a> &#8211; 179kB, comprimido com o <a href="http://www.7-zip.org/pt-br/">7-zip</a>.</li>
</ul>
<p>Se o seu ambiente de trabalho estiver devidamente configurado para abrir arquivos <strong><acronym title="Java ARchive">JAR</acronym></strong> com a Máquina Virtual <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:Java">Java<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, abra o diretório descompactado. A partir daí, geralmente, basta um clique duplo sobre o ícone do arquivo <strong><tt>launch.jar</tt></strong> para executar o programa. Contudo, se isso não ocorrer, verifique com seu distribuidor do sistema operacional como fazer isso.</p>
<h3>Código-fonte</h3>
<ul>
<li><a href="http://blog.daltux.com/wp-content/uploads/2008/04/PontosPorFuncao.tar.gz"><tt><strong>PontosPorFuncao.tar.gz</strong></tt></a> &#8211; 366kB, projeto para <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:americanasid/uid:5545_02B7_30D4/tags:NetBeans">NetBeans<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> 6.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/04/calculadora-de-pontos-por-funcao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O problema dos HDs em modo de economia de energia</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/02/o-problema-dos-hds-em-modo-de-economia-de-energia/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/02/o-problema-dos-hds-em-modo-de-economia-de-energia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 13:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/2008/02/12/o-problema-dos-hds-em-modo-de-economia-de-energia/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Escrevi a maioria do que se encontra abaixo como um comentÃ¡rio no site da turma do 3Âº ano de Sistemas de InformaÃ§Ã£o do Cesumar.</p>
<p>Para entender o que estÃ¡ em questÃ£o, antes hÃ¡ que se ler um artigo: Alex&#8217;s Weblog &#8211; Aumentando a vida Ãºtil dos HDs.</p>
<p>Ã recomendÃ¡vel que nÃ£o apenas aqueles que usam Ubuntu, mas <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/02/o-problema-dos-hds-em-modo-de-economia-de-energia/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi a maioria do que se encontra abaixo como um comentÃ¡rio no <a href="http://www.simaringa.com/2008/02/12/ubuntu-e-um-probleminha-com-o-hd/#comments"><span style="font-style:italic;">site</span> da turma do 3Âº ano de Sistemas de InformaÃ§Ã£o do Cesumar</a>.</p>
<p>Para entender o que estÃ¡ em questÃ£o, antes hÃ¡ que se ler um artigo: <span style="font-weight:bold;"><a href="http://alexblog.eeol.org/linux/aumentando-a-vida-util-dos-hds/">Alex&#8217;s Weblog &#8211; Aumentando a vida Ãºtil dos HDs</a></span>.</p>
<p>Ã recomendÃ¡vel que nÃ£o apenas aqueles que usam <a href="http://www.ubuntu-br.org/">Ubuntu</a>, mas qualquer distribuiÃ§Ã£o de GNU/Linux ou outro sistema operacional (inclusive o &#8220;das janelas&#8221;), faÃ§am essa verificaÃ§Ã£o de como anda o gerenciamento da economia de energia relacionado Ã  vida Ãºtil do disco rÃ­gido. O problema parece estar associado aos portÃ¡teis quando utilizam a bateria<span style="font-style:italic;"></span>, mas em todo caso nada custa seguir as dicas desse artigo para ter certeza.</p>
<p>O colega DiÃ³genes ou qualquer outro que tenha sofrido com o problema e viu o HD de seu <span style="font-style:italic;">laptop</span> ir para o final de sua vida Ãºtil teÃ³rica, se ficou com alguma mÃ¡goa do &#8220;Linux para seres humanos&#8221; (Ubuntu), deve pensar em acompanhar as discussÃµes sobre o progresso do sistema (por exemplo pelo agregador <a href="http://planeta.ubuntubrasil.org/">Planeta Ubuntu Brasil</a>). O mundo do software livre vive em mudanÃ§as constantes, muito mais do que o software proprietÃ¡rio. Por outro lado, mesmo as falhas de seguranÃ§a da informaÃ§Ã£o nÃ£o sÃ£o escondidas tentando evitar que alguÃ©m se aproveite. NinguÃ©m fica na mÃ£o de uma Ãºnica corporaÃ§Ã£o cujos interesses comerciais ficam sempre em primeiro lugar. TÃ£o logo um problema Ã© detectado, alguÃ©m aparece com uma soluÃ§Ã£o. Ãs vezes, basta uma linha de comando ou alguns cliques para resolver (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Advanced_Packaging_Tool">APT</a>). Outras vezes, como agora, essas soluÃ§Ãµes nÃ£o sÃ£o tÃ£o simples de implantar. Entretanto, nÃ³s que estudamos nÃ£o devemos ter medo de aprender. De qualquer forma, no caso especÃ­fico do Ubuntu, se por algum motivo vocÃª mesmo acabar nÃ£o corrigindo uma falha conhecida (seja manualmente ou pela atualizaÃ§Ã£o de pacotes via APT), no mÃ¡ximo em seis meses Ã© lanÃ§ada outra versÃ£o.</p>
<p>SÃ³ nÃ£o tenho a certeza ainda (depois que resolvi essa falha nÃ£o pesquisei mais) se na prÃ³xima versÃ£o do Ubuntu (&#8220;Hardy Heron&#8221;), a ser lanÃ§ada em abril (8.04), o presente problema virÃ¡ solucionado. Se alguÃ©m obtiver essa informaÃ§Ã£o, por favor nos comunique. AtÃ© onde acompanhei <a href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+source/acpi-support/">o desenrolar da histÃ³ria</a>, Debian jÃ¡ tinha resolvido, mas Ubuntu ainda nÃ£o totalmente.</p>
<p>Eis outro artigo que trata da questÃ£o:<br /><a href="http://gutocarvalho.net/wordpress/archives/97" title="bug #59695 a polÃªmica do momentoâ¦">http://gutocarvalho.net/wordpress/archives/97</a></p>
<p>Vale lembrar que, mesmo apÃ³s as mudanÃ§as sugeridas, convÃ©m continuar os testes acompanhando o aumento do contador de ciclos de carregamento (&#8220;Load_Cycle_Count&#8221;) e fazer a mÃ©dia para estimar o tempo de vida. Isso para saber se as mudanÃ§as realmente foram bem sucedidas para o seu hardware. Os resultados podem variar conforme o modelo.</p>
<p>Reafirmo que todos, mesmo por exemplo aqueles que usam apenas o sistema de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Redmond_%28Washington%29">Redmond</a>, deveriam fazer esse tipo de teste, pois o problema, embora possa ser minimizado pelo sistema operacional, pelo que consta pode estar tambÃ©m associado ao comportamento do prÃ³prio dispositivo quando estÃ¡ no modo de economia.</p>
<p>DaÃ­ nÃ£o consigo deixar de alfinetar: o que faz um usuÃ¡rio padrÃ£o de Redmond quando o HD comeÃ§a a apresentar problemas? Vamos imaginar. Ele simplesmente compra outro, nÃ£o importa o motivo (tomara que tenha backup de tudo que tenha sido corrompido), porque provavelmente nÃ£o utiliza um programa de monitoramento do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S.M.A.R.T.">SMART</a> (sistema de verificaÃ§Ã£o dos discos rÃ­gidos) semelhante ao <a href="http://packages.ubuntu.com/gutsy/utils/smart-notifier">smart-notifier</a>. EntÃ£o, nem ficou sabendo da existÃªncia de algum problema atÃ© que ele se tornou grave. Aguardo manifestaÃ§Ãµes sobre isso.</p>
<p>Por fim, mais uma fonte de informaÃ§Ã£o a respeito do tema: <a href="http://br-linux.org/linux/como-prevenir-a-reducao-da-vida-util-do-seu-disco-rigido#comment-74385" title="Como prevenir a reduÃ§Ã£o da vida Ãºtil do seu disco rÃgido">no BR-Linux</a></p>
<p>E &#8220;backup&#8221; sempre!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2008/02/o-problema-dos-hds-em-modo-de-economia-de-energia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Curiosidades sobre testes de software</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2007/08/curiosidades-sobre-testes-de-software/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2007/08/curiosidades-sobre-testes-de-software/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Aug 2007 03:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/2007/08/12/curiosidades-sobre-testes-de-software/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Algo que todos os envolvidos na atividade de desenvolvimento de software têm certa noção prática, mas que merece ser comentado por ser curioso:</p>
<p>De acordo com Roger S. Pressman1, o teste de software pode tão somente mostrar a existência de bugs, mas nunca pode garantir que eles não existem. Mais grave que isso: &#8220;Um bom caso <p><a href="http://blog.daltux.com/2007/08/curiosidades-sobre-testes-de-software/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="padding: 10px 10px" title="Teste do macaco!" src="http://img181.imageshack.us/img181/9979/53113926mqk0.jpg" alt="Teste do macaco!" hspace="10" vspace="10" align="right" />Algo que todos os envolvidos na atividade de desenvolvimento de software têm certa noção prática, mas que merece ser comentado por ser curioso:</p>
<p>De acordo com Roger S. Pressman<a href="#bibliografia"><sup>1</sup></a>, o teste de software pode tão somente mostrar a existência de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bug"><em>bugs</em></a>, mas nunca pode garantir que eles não existem. Mais grave que isso: &#8220;Um bom caso de teste é aquele que tem uma elevada probabilidade de revelar um erro ainda não descoberto&#8221; e &#8220;Um teste bem-sucedido é aquele que revela um erro ainda não descoberto&#8221;. Os objetivos dos testes na realidade devem ser bem contrários ao &#8220;ponto de vista comumente defendido em que um teste bem-sucedido é aquele em que nenhum erro é encontrado&#8221;.</p>
<p>Eis um parágrafo bastante elucidativo do mesmo autor:</p>
<blockquote><p>À medida que os resultados de teste são reunidos e avaliados, uma indicação qualitativa da qualidade e da confiabilidade do software começa a vir à tona. Se erros graves, que exijam modificação de projeto, forem encontrados com regularidade, a qualidade e a confiabilidade do software são suspeitas, e testes adicionais são indicados. Se, por outro lado, as funções do software parecerem estar funcionando adequadamente e os erros encontrados forem facilmente corrigíveis, pode-se tirar uma entre duas conclusões: (1) a qualidade e a confiabilidade do software são inaceitáveis; ou (2) os testes são inadequados para revelar erros graves! Finalmente, se a atividade de teste não descobrir nenhum erro, não há dúvida de que a configuração de teste não foi suficientemente elaborada e que erros estão escondidos no software. Esses defeitos serão por fim descobertos pelos usuários e corrigidos pelo desenvolvedor durante a fase de manutenção (quando o custo por correção pode ser de 60 a 100 vezes o custo por correção durante a fase de desenvolvimento).</p></blockquote>
<p>O mais curioso de tudo é que Pressman não chega a esse ponto mas, se os testes <em>devem</em> encontrar erros, podemos deduzir que os bugs são inerentes ao software. Então, enquanto alguns desenvolvedores sentem-se frustrados ao ter que fazer testes e principalmente ao constatar erros, devemos sempre considerar a atividade de teste como algo construtivo. Afinal, embora não prove que o software seja desprovido de erros, a condução de testes auxilia muito para indicar a qualidade do software como um todo, se cumpre as especificações e requisitos de desempenho e confiabilidade.</p>
<p><a name="bibliografia"><sup>1</sup></a> PRESSMAN, Roger S. <strong>Engenharia de software</strong>. Trad. José Carlos Barbosa dos Santos. São Paulo: Pearson Makron Books, 1995. p. 786-790.</p>
<h4><em>Post scriptum</em> (10 mai. 2008)</h4>
<p>Eis um engraçado <em>post</em> sobre o assunto, de <a href="http://nerdson.com/blog/testem-macacos-testem/">Nerdson não vai à escola: &#8220;<strong>Testem, macacos, testem</strong>!&#8221;</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2007/08/curiosidades-sobre-testes-de-software/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial: sonho de consumo dos militares</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2007/04/inteligencia-artificial-sonho-de-consumo-dos-militares/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2007/04/inteligencia-artificial-sonho-de-consumo-dos-militares/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2007 07:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/2007/04/26/inteligencia-artificial-sonho-de-consumo-dos-militares/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Parte de um trabalho acadêmico sobre sistemas de informação gerenciais (PDF, 613KB), feito para a disciplina Tecnologia da Informação no curso de Sistemas de Informação, foi a respeito de inteligência artificial. Pesquisando a respeito do tema na bibliografia disponível, foi possível constatar que consideráveis campos da inteligência artificial, tais como linguagem natural e sistemas perceptivos, <p><a href="http://blog.daltux.com/2007/04/inteligencia-artificial-sonho-de-consumo-dos-militares/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parte de um <a href="http://www.4shared.com/file/14760842/7f2b9670/TI_1bim_Sistemas_de_informacao_gerenciais.html">trabalho acadêmico sobre sistemas de informação gerenciais (PDF, 613KB)</a>, feito para a disciplina <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=tecnologia+da+informacao&#038;site_origem=5101810" title="Compare preços de livros sobre Tecnologia da Informação no Buscapé">Tecnologia da Informação</a> no curso de <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=sistemas+de+informacao&#038;site_origem=5101810" title="Compare preços de livros sobre Sistemas de Informação no Buscapé">Sistemas de Informação</a>, foi a respeito de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia_artificial" title="Artigo sobre Inteligência Artificial da Wikipédia lusófona"><b>inteligência artificial</b></a>. Pesquisando a respeito do tema na bibliografia disponível, foi possível constatar que consideráveis campos da <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=inteligencia+artificial&#038;site_origem=5101810" title="Compare preços de livros sobre Inteligência Artificial no Buscapé">inteligência artificial</a>, tais como <i>linguagem natural</i> e <i>sistemas perceptivos</i>, foram impulsionados por aplicações militares. A doutrina chega a comentar que &#8220;<span style="font-weight:bold;">A inteligência artificial também é material dos sonhos militares, nos quais máquinas com IA combaterão em futuras guerras com considerável independência da intervenção humana</span>&#8221; <span style="font-size:90%;">(LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=laudon+sistemas+de+informacao&#038;site_origem=5101810" title="Compare preços deste livro no Buscapé"><span style="font-style:italic;">Sistemas de informação</span>: com Internet</a>. Trad. Dalton Conde de Alencar. Rio de Janeiro: LTC, 1999. p. 328).</span></p>
<p>Diante dessa assertiva, logo veio à mente o interessante episódio &#8220;<a href="http://www.trekbrasilis.org/classico/tos/episodios/tos23.htm">Um gosto de armagedom</a>&#8221; (<span style="font-style:italic;">A taste of armageddon</span>), da primeira temporada da série original de Jornada nas Estrelas (<span style="font-style:italic;">Star Trek</span>, 1967). O episódio, exibido pela primeira vez em 23 de fevereiro de 1967, ou seja, há quarenta anos, trata de situação semelhante à supracitada imaginação militar.</p>
<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/1/1a/USS_Enterprise_%28NCC-1701%29%2C_ENT1231.jpg/200px-USS_Enterprise_%28NCC-1701%29%2C_ENT1231.jpg" alt="USS Enterprise NCC-1701" align="right" border="1" hspace="10" vspace="10" />Nesse episódio, ambientado em 2267, a tripulação da <a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/USS_Enterprise_%28NCC-1701%29">nave estelar Enterprise</a> chega a um planeta onde não se encontram explosões, radiação, pessoas feridas ou qualquer coisa que indicasse a ocorrência de graves danos, porém mesmo assim os dirigentes locais insistente e categoricamente afirmavam que estariam em guerra há quinhentos anos com um planeta vizinho. Descobre-se então que a guerra tinha passado a ser conduzida por computadores. As baixas eram calculadas e então pessoas de verdade deveriam se apresentar a uma estação de desintegração em até 24 horas para que suas mortes fossem devidamente registradas pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o">sistema de informação</a>.</p>
<p>Pelo pensamento dos dirigentes de ambos os planetas, esse sistema garantiria uma guerra limpa, sem os horrores inerentes a combates reais, preservando a civilização.</p>
<p>Nesse meio tempo, a própria <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nave_estelar">nave estelar</a>, em órbita do planeta, teria sido declarada destruída pelos computadores que controlariam a guerra, e então toda sua tripulação deveria se apresentar para execução. Diante dessa situação, o capitão decide destruir os computadores e fazer com que os planetas entrassem em confronto real.</p>
<div style="text-align:center"><img src="http://img182.imageshack.us/img182/3200/150pxjameskirk2c2266.jpg" title="Cap. James T. Kirk" alt="Cap. James T. Kirk" border="1" align="middle" /> &nbsp; &nbsp; <img src="http://img182.imageshack.us/img182/564/200pxanan7.jpg" title="Anan 7" alt="Anan 7" border="1" align="middle" /></div>
<p>Eis o discurso do <a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/James_T._Kirk">Capitão Kirk</a> (interpretado por <a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/William_Shatner">William Shatner</a>), ao abrir fogo contra os equipamentos, para <a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/Anan_7">Anan</a> (<a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/David_Opatoshu">David Opatoshu</a>), conselheiro do planeta:</p>
<blockquote><p>Morte, destruição, doença, horror&#8230; é sobre isso que as guerras são, Anan. Por isso são algo a ser evitado. Mas vocês a têm feito limpa e indolor – tão limpa e indolor que vocês não têm qualquer razão para pará-la, e têm feito isso por quinhentos anos. Já que parece ser a única maneira que possuo de salvar minha tripulação, minha nave&#8230; estou acabando com ela para vocês – de uma forma ou de outra.</p>
<div style="text-align:center"><a href="http://www.trekbrasilis.org/classico/tos/episodios/tos23.htm"><img src="http://img211.imageshack.us/img211/808/tos2303uz5.jpg" title="Os mainframes militares de Eminiar VII destruídos por Kirk" alt="Os mainframes militares de Eminiar VII destruídos" border="1" /></a></div>
<p>Eu lhes devolvi os horrores da guerra. Vendekar [o outro planeta] assumirá agora que vocês violaram o tratado e estarão se preparando para empreender guerra real com armas reais. Eles vão querer fazer o mesmo&#8230; só que o próximo ataque que eles lançarão fará mais do que contar números em um computador. Eles vão destruir suas cidades, devastar seu planeta. Você, obviamente, vai querer retaliar; se eu fosse você, começaria a fazer bombas. Sim, conselheiro, vocês têm uma guerra real em suas mãos. Vocês podem tanto empreendê-la com armas reais, ou podem considerar uma alternativa – dar um basta nela! Fazer as pazes.</p></blockquote>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_Taste_of_Armageddon">Segundo a Wikipedia anglófona</a>, o episódio seria uma referência à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_Vietn%C3%A3">Guerra do Vietnã</a>, quando contagens de mortos eram diariamente reportadas na televisão norte-americana. A situação não deve ser diferente da que vivemos hoje em relação às baixas da Guerra do Iraque, da guerra civil nos morros do Rio de Janeiro, ou até da violência no trânsito local. Vemos essas estatísticas todos os dias, tantas vezes que já não nos importamos, pois temos a impressão de ser algo que não nos diz respeito. Como se fossem meros números, não vidas humanas sendo desperdiçadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2007/04/inteligencia-artificial-sonho-de-consumo-dos-militares/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Debian etch pronto para VMware</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2007/03/debian-etch-pronto-para-vmware/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2007/03/debian-etch-pronto-para-vmware/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Mar 2007 07:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesumar]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>
		<category><![CDATA[VMware]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/2007/03/04/debian-etch-pronto-para-vmware/</guid>
		<description><![CDATA[
English language users can find the appropriate version at Visoracle: Debian Etch as a VMware Appliance with VMware Tools.

<p>Quem deseja praticar ou experimentar Linux usando o VMware pode obter uma máquina virtual pronta (cerca de 350MB) com a distribuição Debian GNU/Linux e alguns aplicativos básicos, sem a necessidade de baixar todos os pacotes e realizar <p><a href="http://blog.daltux.com/2007/03/debian-etch-pronto-para-vmware/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><span style="font-style:italic;font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;">English language</span> users can find the appropriate version at </span><span style="font-size:85%;"><a href="http://www.visoracle.com/download/debian/">Visoracle: Debian Etch as a VMware Appliance with VMware Tools</a></span><span style="font-style:italic;font-size:85%;">.</span><span style="font-size:85%;"><br /></span></li>
</ul>
<p>Quem deseja praticar ou experimentar Linux usando o VMware pode obter uma máquina virtual pronta (cerca de <span style="font-weight:bold;">350MB</span>) com a distribuição <a href="http://www.debian.org/">Debian GNU/Linux</a> e alguns aplicativos básicos, sem a necessidade de baixar todos os pacotes e realizar o processo de instalação. Basta, após o download da máquina virtual, descompactá-la e executar o arquivo <b>.vmx</b> que então o sistema entrará em ação. Confira nesse artigo novidades, dicas e esclarecimentos voltados para iniciantes.</p>
<p><a title="Debian para VMware" target="_self" href="http://2si.sytes.net/index.php?option=com_remository&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;Itemid=44&amp;func=fileinfo&amp;id=18">Conforme já postado na seção de download do site 2SI/Cesumar</a>, é possível, baixar via BitTorrent (recomendo os clientes <a href="http://azureus.sourceforge.net/">Azureus</a> ou o <a href="http://utorrent.com/">µTorrent</a>) ou via HTTP, uma versão disponibilizada <a target="_self" href="http://www.visoracle.com/download/debian/">no site Visoracle</a>. Contudo, ali as configurações são para a utilização de língua inglesa e mapa de teclado alemão. Quem não souber mudar isso sentirá algumas dificuldades.</p>
<p>Por isso, baixei aquilo e a partir dali instalei vários pacotes, além de ter configurado o sistema para uso do idioma português e do teclado ABNT2. Para obter a nova máquina virtual surgem três alternativas:</p>
<ol>
<li> Para quem já usa algum cliente BitTorrent e pode deixar um tempão ligado, estou semeando o arquivo. É possível <span style="font-size:130%;"><b><a target="_self" href="http://www.mininova.org/tor/605287">baixar o .torrent no mininova.org</a></b></span> ou <a href="http://isohunt.com/download/17582772/debian+vmware">pelo isohunt.com</a>. Contudo, como minha conexão é lenta, é preciso ter paciência enquanto não houver mais gente com várias partes do arquivo. Com esta opção, enquanto e após pegar o arquivo para si, por favor mantenha o down/upload aberto o maior tempo possível para ajudar a disseminar o arquivo.</p>
</li>
<li>Embora a opção 1 seja mais recomendável pela ajuda à disseminação de software livre pela rede, os colegas mais apressadinhos que queiram aproveitar a oportunidade de conhecer quem possui o arquivo, podem levar à aula uma mídia gravável e entregar a mim para cópia.
</li>
<li>(Novo-04.abr.2007) Agora já é possível também fazer <span style="font-weight:bold;">download do arquivo via HTTP</span>, na verdade em <span style="font-weight:bold;">oito pedaços</span>. <a href="http://www.4shared.com/dir/2288887/6b20b79c/Debian_VMware.html">Acesse o diretório onde se encontram os arquivos e baixe cada um deles</a>, para depois descompactá-los a partir do primeiro arquivo, com <a href="http://www.rarlab.com">RAR, WinRAR</a> ou aplicativos compatíveis. Isto foi necessário pela restrição de até 50MB por arquivo do servidor em questão (4shared).</li>
</ol>
<p>Já há dois usuários em nossa máquina: <span style="font-weight:bold;">root</span> (senha: root) e <span style="font-weight:bold;">user</span> (senha: user), sendo que root está configurado para poder entrar apenas no modo texto, não no gráfico.</p>
<h3>Dicas<br /></h3>
<p>Para passar ao modo superusuário (prompt #) quando estiver como um usuário comum (prompt $), basta executar o comando <strong>su</strong> e então informar a senha de root.</p>
<p>A maioria das distribuições completas atualmente trazem um gerenciador de login gráfico (no nosso caso, o <em>GDM</em> &#8211; Gnome Display Manager) e o sistema o executa automaticamente quando é ligado. Daí, se desejar alternar para o modo texto, é preciso pressionar Ctrl+Alt+F1 por exemplo para ir ao primeiro terminal clássico. Para retornar ao ambiente gráfico, geralmente é Alt+F7.</p>
<p>A alternativa é utilizar um teminal gráfico, por exemplo o <em>Gnome Terminal</em>, disponível no menu Aplicações/Acessórios do GNOME.</p>
<p>Para instalar novos programas, o método mais fácil é o Gerenciador de Pacotes Synaptic, disponível no menu Sistema/Administração do GNOME. Pelo terminal, há o comando, por exemplo, <strong>apt-get install gimp</strong> (instalaria o pacote do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GIMP">Gimp</a>, editor de gráficos semelhante ao Adobe Photoshop). Na realidade o Synaptic, criado originalmente por brasileiros e hoje o gerenciador de pacotes padrão no ambiente Gnome, é uma interface gráfica para o apt (Advanced Packaging Tool). Mas, antes de executar qualquer das alternativas acima, há que se atualizar a lista de repositórios de pacotes de software, através do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Synaptic">Synaptic</a> (apertando um botão) ou pelo apt: <strong>apt-get update</strong>. Isto presumindo que a configuração está correta e que a rede está disponível.</p>
<p>Havendo dúvida sobre algum comando, experimente consultar o manual: <strong>man comando</strong>. Por exemplo, <em>man chmod</em> mostra o manual do comando <em>chmod</em>.</p>
<p>Em caso de questões para as quais não encontre soluções por si só, após pesquisar a respeito, o recomendável seria consultar o mestre <a href="http://ecacarva.spaces.live.com/PersonalSpace.aspx">Elias Carvalho</a>, mas podem perguntar também a mim, principalmente se for algo específico sobre essa máquina virtual.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2007/03/debian-etch-pronto-para-vmware/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Site de Sistemas de Informação</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2007/02/site-de-sistemas-de-informacao/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2007/02/site-de-sistemas-de-informacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Feb 2007 06:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesumar]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/2007/02/17/site-de-sistemas-de-informacao/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Nossa turma de Sistemas de Informação está mantendo um site experimental, http://2si.sytes.net, onde pretendemos compartilhar conhecimentos, conteúdo das aulas, promover debates e também alguma recreação.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa turma de Sistemas de Informação está mantendo um site experimental, <a href="http://2si.sytes.net/">http://2si.sytes.net</a>, onde pretendemos compartilhar conhecimentos, conteúdo das aulas, promover debates e também alguma recreação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2007/02/site-de-sistemas-de-informacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Algumas funções para Linguagem C</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2006/11/algumas-funcoes-para-linguagem-c/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2006/11/algumas-funcoes-para-linguagem-c/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2006 02:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[Cesumar]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem C]]></category>
		<category><![CDATA[produção própria]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/2006/11/16/algumas-funcoes-para-linguagem-c/</guid>
		<description><![CDATA[Eis aqui algumas funções utilizadas em trabalho desenvolvido com os colegas <span style="font-weight:bold;">Juliano Mazzetto</span> e <span style="font-weight:bold;">Ricardo Taguchi</span> como avaliação parcial do 4º bimestre da disciplina Linguagem e Técnicas de Programação I, sob orientação do Prof. Fabrício R. <p><a href="http://blog.daltux.com/2006/11/algumas-funcoes-para-linguagem-c/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis aqui algumas funções utilizadas em trabalho desenvolvido com os colegas <span style="font-weight:bold;">Juliano Mazzetto</span> e <span style="font-weight:bold;">Ricardo Taguchi</span> como avaliação parcial do 4º bimestre da disciplina Linguagem e Técnicas de Programação I, sob orientação do Prof. Fabrício R. Lazilha.</p>
<p>A maioria das funções deve funcionar apenas no compilador <a href="http://www.borland.com/br/products/classic_products/index.html"><span style="font-weight:bold;">Borland Turbo C++</span></a>, ambiente em que foi desenvolvido o programa supracitado (versão 3.0). O motivo de tal restrição é a extensa utilização de funções que não existem nas bibliotecas padrão ANSI C, tais como: <span style="font-family:courier new;">getch()</span>, <span style="font-family:courier new;">clrscr()</span>, <span style="font-family:courier new;">gotoxy()</span>, <span style="font-family:courier new;">window()</span>, <span style="font-family:courier new;">textcolor()</span> e <span style="font-family:courier new;">textbackground()</span>. Os protótipos de tais funções encontram-se no arquivo <span style="font-family:courier new;">conio.h</span> da Borland.</p>
<p>Apenas <span style="font-weight:bold;font-family:courier new;">removespaco()</span> foi testada também no GCC 4.1.2 (Ubuntu Linux 6.10).</p>
<p>Adiante vão as &#8220;colas&#8221; para utilização das funções:</p>
<p><span style="font-weight:bold;font-family:courier new;"><span style="font-size:130%;">removespaco ( </span></span><span style="font-style:italic;font-size:100%;"><span style="font-family:arial;">string</span></span><span style="font-weight:bold;font-family:courier new;"><span style="font-size:130%;"> );</span></span></p>
<p>Esta função é útil para remover os espaços extras que o usuário pode ter deixado em certa <span style="font-style:italic;">string</span>. Ela trabalha diretamente sobre a string informada como seu único parâmetro, através de referência, e não retorna qualquer valor.
<ul>
<li>Obtenha o arquivo <a href="http://host-a.net/dalton/espaco.c"><span style="font-family:courier new;">espaco.c</span></a> , que contém a função <span style="font-family:courier new;">removespaco</span> e é na verdade um pequeno programa de exemplo.</li>
</ul>
<p><span style="font-weight:bold;font-family:courier new;font-size:130%;"><br />janela_titulo (</span><span style="font-size:130%;"><span style="font-family:courier new;"> </span></span><span style="font-style:italic;">&#8220;Título&#8221;</span><span style="font-weight:bold;font-family:courier new;font-size:130%;"> , </span><span style="font-style:italic;">coluna inicial</span><span style="font-family:courier new;font-size:130%;"><span style="font-weight:bold;"> , </span></span><span style="font-style:italic;">linha inicial</span><span style="font-family:courier new;font-size:130%;"><span style="font-weight:bold;"> , </span></span><span style="font-style:italic;">coluna final</span><span style="font-family:courier new;font-size:130%;"><span style="font-weight:bold;"> , </span></span><span style="font-style:italic;">linha final</span><span style="font-weight:bold;font-size:130%;"><span style="font-family:courier new;"> , </span></span><span style="font-style:italic;">cor do título</span><span style="font-weight:bold;font-size:130%;"><span style="font-family:courier new;"> , </span></span><span style="font-style:italic;">cor da borda</span><span style="font-weight:bold;font-family:courier new;font-size:130%;"> , </span><span style="font-style:italic;">cor do fundo</span><span style="font-weight:bold;font-size:130%;"><span style="font-family:courier new;"> );</span></span></p>
<p>Abre uma janela completa, com borda, título e fundo interior definidos. É importante lembrar que tudo o que for exibido após esta função ficará dentro da janela, inclusive as coordenadas especificadas em gotoxy(). Para voltar ao tamanho da tela normal, basta utilizar a função <span style="font-family:courier new;">window(1,1,80,25);</span></p>
<p><span style="font-weight:bold;font-size:130%;"><span style="font-family:courier new;">borda ( </span></span><span style="font-style:italic;font-size:100%;">coluna inicial</span><span style="font-weight:bold;font-size:130%;"><span style="font-family:courier new;"> , </span></span><span style="font-style:italic;font-size:130%;"><span style="font-size:100%;">linha inicial</span></span><span style="font-weight:bold;font-size:130%;"><span style="font-family:courier new;"> , </span></span><span style="font-style:italic;font-size:100%;">coluna final<span style="font-family:courier new;"></span></span><span style="font-weight:bold;font-size:130%;"><span style="font-family:courier new;"> , </span></span><span style="font-style:italic;font-size:100%;">linha final</span><span style="font-weight:bold;font-size:130%;"><span style="font-family:courier new;"> , </span></span><span style="font-style:italic;font-size:130%;"><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:courier new;"></span>cor da borda</span></span><span style="font-weight:bold;font-size:130%;"><span style="font-family:courier new;"> );</span></span></p>
<p>Baseada na função homônima disponibilizada pelo colega Renato Trento, desenha uma borda, com as coordenadas e a cor da borda especificadas. É necessário ajustar a cor do fundo com <span style="font-family:courier new;">textbackground([cor])</span> antes de chamar esta função. As funções de janela anteriores fazem uso de <span style="font-family:courier new;">borda()</span> e não funcionarão devidamente sem ela.</p>
<ul>
<li>Faça <span style="font-style:italic;">download</span> do arquivo <a href="http://host-a.net/dalton/funcoes1.h"><span style="font-weight:bold;font-family:courier new;">funcoes1.h</span></a>, que contém as três funções.</li>
</ul>
<p></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.daltux.com/2006/11/algumas-funcoes-para-linguagem-c/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

