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	<title>DalTux Blog &#187; tecnologia</title>
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	<description>Difusão de Tecnologia e Informação abertas.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Feb 2012 08:00:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sistema aberto: definição</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2011/01/sistema-aberto/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2011/01/sistema-aberto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 04:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>open system n. (often in pl.) a computer system in which the components conform to non-proprietary standards rather than to the standards of a specific supplier of hardware or software, thus allowing greater compatibility.</p>
<p>(Canadian Oxford Dictionary, 2nd Edition)</p>
<p>Tradução livre:</p>
<p>sistema aberto substantivo (frequentemente no plural) um sistema de computador cujos componentes estejam conforme padrões não-proprietários ao <p><a href="http://blog.daltux.com/2011/01/sistema-aberto/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>open system</strong> <small><em>n.</em></small> (often in <em>pl.</em>) a computer system in which the components conform to non-proprietary standards rather than to the standards of a specific supplier of hardware or software, thus allowing greater compatibility.</p>
<p>(<a href="http://www.oupcanada.com/catalog/9780195418163.html">Canadian Oxford Dictionary</a>, 2nd Edition)</p></blockquote>
<p>Tradução livre:</p>
<p><strong>sistema aberto</strong> <small><em>substantivo</em> (frequentemente no <em>plural</em>)</small> um sistema de computador cujos componentes estejam conforme padrões não-proprietários ao invés dos padrões de um fornecedor específico de <i>hardware</i> ou <i>software</i>, assim permitindo maior compatibilidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Chat Client &amp; Server</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2009/08/chat-client-server/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2009/08/chat-client-server/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 07:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Cesumar]]></category>
		<category><![CDATA[Java]]></category>
		<category><![CDATA[produção própria]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Na pós-graduação em Desenvolvimento Orientado a Objetos em Java, fizemos como avaliação de Java SE um servidor de bate-papo e seu respectivo cliente. Creio que seja um clássico exercício para utilização de Threads e Sockets.</p>
  
<p>O projeto, liberado sob a licença GNU General Public License 3.0 (GPLv3), está no Launchpad.</p>
<p>Deseja utilizar ou testar o <p><a href="http://blog.daltux.com/2009/08/chat-client-server/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na pós-graduação em Desenvolvimento <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=programacao+orientada+a+objetos&#038;site_origem=5101810" title="Compare preços de livros sobre programação orientada a objetos no Buscapé">Orientado a Objetos</a> em <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=java&#038;site_origem=5101810" title="Compare preços de livros sobre Java no Buscapé">Java</a>, fizemos como avaliação de Java SE um servidor de bate-papo e seu respectivo cliente. Creio que seja um clássico exercício para utilização de <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=brian+goetz&#038;site_origem=5101810" title="Livro recomendado sobre Concorrência em Java, de Brian Goetz, no Buscapé">Threads</a> e Sockets.</p>
<div style="width:100%; text-align: center"><a href="http://img44.imageshack.us/i/screenshot001yve.png/" target="_blank"><img src="http://img44.imageshack.us/img44/6003/screenshot001yve.th.png" border="0" alt="screenshot1"  title="O programa em execução com a janela do servidor e uma janela de cliente (GTK) - clique para ampliar" align="center" /></a> <a href="http://img13.imageshack.us/i/redmond.png/" target="_blank"><img src="http://img13.imageshack.us/img13/2516/redmond.th.png" border="0" alt="screenshot2" title="O cliente em execução (Redmond WinXP)" align="center" /></a> <a href="http://img14.imageshack.us/i/screenshot003vcn.png/" target="_blank"><img src="http://img14.imageshack.us/img14/4446/screenshot003vcn.th.png" border="0" alt="screenshot3" title="O cliente em execução (GTK) com a janela de conexão" align="center" /></a></div>
<p>O projeto, liberado sob a licença <a href="http://www.gnu.org/licenses/gpl-3.0.html">GNU General Public License 3.0 (GPLv3)</a>, está no <a href="https://launchpad.net/daltuxchat"><strong>Launchpad</strong></a>.</p>
<p>Deseja utilizar ou testar o <em>chat</em>? Para executar logo o programa, que dá a opção de rodar o servidor e/ou o cliente, abra <strong><a href="http://daltux.com/dalton/download/DalTuxChat.jnlp">este pequeno arquivo</a></strong> com o <a href="http://www.java.com/pt_BR/download/faq/java_webstart.xml">Java Web Start</a>. Se a configuração de sua máquina estiver correta para o Java Web Start, a aplicação deverá ser automaticamente baixada e executada logo. Talvez seja questionado que a assinatura digital do arquivo não pode ser verificada e, nesse caso, basta clicar no botão &#8220;Run&#8221;.</p>
<p>Pode ainda salvar este arquivo <a href="http://daltux.com/dalton/download/DalTuxChat.jnlp">DalTuxChat.jnlp</a> em sua máquina (clique com o botão direito sobre o link e em &#8220;Salvar o destino&#8221; ou algo assim) e executar o programa a partir dele. Esta forma é interessante porque sempre o Java Web Start verifica se existe uma versão mais nova disponível <em>on line</em> e atualiza o programa mas, mesmo se o site estiver indisponível, a aplicação existe localmente e é executada.</p>
<p>Também é possível baixar o arquivo <a href="http://daltux.com/dalton/download/DalTuxChat.jar">DalTuxChat.jar</a> (atualmente 45KB) e executá-lo com <big><tt>java -jar DalTuxChat.jar</tt></big> ou apenas clicando-o duplamente, se seu sistema estiver devidamente configurado associando os arquivos JAR (Java ARchive) com o <a href="http://java.com">Java</a>.</p>
<hr /><img src="http://www.gnu.org/graphics/gplv3-127x51.png" align="right" hspace="10" vspace="5" />DalTuxChat &#8211; Copyright &copy; 2009 Dalton Scavassa</p>
<p>Este programa vem sem ABSOLUTAMENTE NENHUMA GARANTIA; veja detalhes na cláusula n. 15 da <a href="http://www.gnu.org/licenses/gpl-3.0.html">Licença</a>.<br />
Isto é software livre, e você pode redistribuí-lo sob certas condições; veja os detalhes na <a href="http://www.gnu.org/licenses/gpl-3.0.html">Licença</a>.</p>
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		<title>Por que software livre e o iPhone não se misturam</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/09/por-que-software-livre-e-o-iphone-nao-se-misturam/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/09/por-que-software-livre-e-o-iphone-nao-se-misturam/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 14:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Diretamente da newsletter da Fundação do Software Livre, tradução nossa:</p>
<p>&#8220;Por que software livre e o Apple iPhone não se misturam&#8221; é o segundo artigo em nossa série descrevendo as ameaças incutidas pelo iPhone da Apple ao software livre. A Apple impôs restrições, tais como as do TiVo*, que impedem os usuários de terem liberdade e <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/09/por-que-software-livre-e-o-iphone-nao-se-misturam/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diretamente da <em>newsletter</em> da <a title="Free Software Foundation" href="http://www.fsf.org">Fundação do Software Livre</a>, tradução nossa:</p>
<blockquote><p>&#8220;Por que <em>software</em> livre e o Apple iPhone não se misturam&#8221; é o segundo artigo em nossa série descrevendo as ameaças incutidas pelo iPhone da Apple ao software livre. A Apple impôs restrições, tais como as do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/TiVo#GNU_General_Public_License_and_.22Tivoization.22">TiVo</a>*, que impedem os usuários de terem liberdade e os produtores de desenvolverem software livre. Estas restrições dão argumentos para que mais desenvolvedores escolham a GPLv3 como licença a fim de bloquear a ameaça da Apple de arrancar as liberdades do software livre.</p>
<p>As pessoas não vão ouvir sobre essas restrições a partir da máquina de <em>marketing</em> da Apple. E os analistas até agora caíram no exagero publicitário e ignoraram seu significado.</p>
<p>Leia o artigo completo em</p>
<p><a href="http://www.fsf.org/blogs/community/why-free-software-and-apples-iphone-dont-mix">http://www.fsf.org/blogs/community/why-free-software-and-apples-iphone-dont-mix</a></p>
<p>Por favor, ajude a divulgar isto escrevendo em seu blog, encaminhando o artigo por <em>e-mail</em> e dando um empurrãozinho no Reddit em</p>
<p><a href="http://www.reddit.com/comments/6u6q4/why_free_software_and_apples_iphone_dont_mix/">http://www.reddit.com/comments/6u6q4/why_free_software_and_apples_iphone_dont_mix/</a></p>
<p>Se você tem algum comentário, favor enviar [em inglês] para campaigns@fsf.org.</p></blockquote>
<p>* [N.T.] Em 2006, a Fundação do Software Livre decidiu combater a prática do sistema técnico do TiVo, um gravador digital de vídeo, majoritariamente baseado em software livre, mas que impedia os usuários de executar software modificado. Essa prática motivou alterações na Licença Pública Geral GNU, incorporadas na <a href="http://www.fsfla.org/svnwiki/trad/GPLv3">GPLv3</a>.</p>
<p>Sobre o assunto, leia também <a href="http://blog.daltux.com/2008/07/5-motivos-para-evitar-o-iphone-3g/"><em>5 motivos para evitar o iPhone 3G</em></a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Podcast Info Semana Tech no Rhythmbox</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/08/podcast-info-semana-tech-no-rhythmbox/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 05:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Tentei assinar o Podcast Info Semana Tech no Rhythmbox, o gerenciador de músicas padrão do Ubuntu. Não consegui. Por algum motivo misterioso, o programa simplesmente ignorou o feed do podcast em questão. Tive a idéia de padronizar o feed através do FeedBurner. O ardil deu certo. Basta então adicionar este link como uma nova fonte <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/08/podcast-info-semana-tech-no-rhythmbox/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: none; margin: 15px" title="Equipe Info Semana Tech -- foto: reprodução" src="http://info.abril.com.br/podcast/images/semana-2.jpg" alt="reprodução" align="left" />Tentei assinar o <a href="http://info.abril.com.br/podcast/semanatech.shl">Podcast Info Semana Tech</a> no <a href="http://www.gnome.org/projects/rhythmbox/">Rhythmbox</a>, o gerenciador de músicas padrão do <a href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu</a>. Não consegui. Por algum motivo misterioso, o programa simplesmente ignorou o <a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Feed"><em>feed</em></a> do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast"><em>podcast</em></a> em questão. Tive a idéia de padronizar o <em>feed</em> através do <a href="http://www.feedburner.com">FeedBurner</a>. O <a title="astúcia, manha" href="http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx?pal=ardil" target="_blank">ardil</a> deu certo. Basta então <a href="http://feeds.feedburner.com/PodcastInfo-SemanaTech"><strong>adicionar este <em>link</em></strong></a> como uma nova fonte de podcast no Rhythmbox para assinar o Info Semana Tech. De acordo com suas preferências, o Rythmbox periodicamente verificará se há novo episódio do podcast e, se já estiver disponível, fará o respectivo <em>download</em>.</p>
<p><a href="http://img169.imageshack.us/my.php?image=rhythmboxcapturadatelade1.png" target="_blank"><img style="border: 0px none; margin: 15px" src="http://img169.imageshack.us/img169/954/rhythmboxcapturadatelade1.th.png" border="0" alt="Free Image Hosting at www.ImageShack.us" align="right" /></a></p>
<p>Veja a seguir os temas em discussão no episódio 110, desta semana, com meus <em>comentários</em>: <span id="more-296"></span></p>
<ul>
<li>O Bug do <acronym title="Domain Name System, sistema que traduz os domínios em endereços IP numéricos">DNS</acronym> já faz vítimas. Dá para se proteger?
<ul>
<li><em>Se começarem a explorar em massa essa brecha antes que seja corrigida, será um problema sério. É difícil identificar a fraude se for bem elaborada. Uma dica que sempre damos, ao acessar sites críticos como os bancários, é primeiro tentar entrar com dados propositadamente errados. Se o site for falso, ele deve aceitar. Confira também o certificado de segurança do site, algo possível quando se clica sobre o ícone do cadeado, geralmente no canto inferior direito do navegador. Saiba em detalhes <a href="http://www.linuxjournal.com/content/understanding-kaminskys-dns-bug" title="Linux Journal: Understanding Kaminsky's DNS Bug">como funciona o problema</a> e <a href="http://acassis.wordpress.com/2008/08/03/seu-provedor-esta-protegido-contra-a-vulnerabilidade-do-dns/" title="Seu provedor esta protegido contra a vulnerabilidade do DNS?">como descobrir se seu provedor está vulnerável</a>.</em></li>
</ul>
</li>
<li>As falhas nas placas de vídeo da <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:NVidia/format:box">NVidia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>
<ul>
<li><em>Até agora faltou transparência da empresa ao lidar com a situação, já que ainda não divulgou exatamente quais são os modelos afetados. Alguns fabricantes de laptops — <a href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:HP/format:box" class="bbli">HP<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> e <a href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:Dell+notebook/format:box" class="bbli">Dell<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> por enquanto </em><em>— lançaram correções paliativas, porém um </em>recall<em> para trocar os chips defeituosos seria a única solução definitiva.</em></li>
</ul>
</li>
<li>EUA andam apreendendo <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:notebook/format:box">laptops<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> dos turistas
<ul>
<li><em>Há tempos já tivemos conhecimento pela blogosfera de que a autoridade imigratória daquele país adquiriu o hábito de inspecionar os dados de laptops suspeitos. E o mesmo ocorre em outros países tais como Inglaterra e China. Agora parece que os EUA estão até apreendendo para inspeção todo e qualquer dispositivo que possa conter armazenamento de dados, sem prazo para devolução, dependendo se o oficial vai ou não vai com a cara do sujeito. A recomendação sempre é criptografar os dados sigilosos, como <a href="http://blog.daltux.com/assunto/criptografia/">já sugerimos em alguns artigos</a>.</em></li>
</ul>
</li>
<li>As mudanças no atendimento dos <em>call centers</em>
<ul>
<li><em>Ainda duvido que as novas regras, que entrarão em vigor em três meses, realmente surtirão efeito, embora esperemos que sim. Para cancelar uma linha telefônica da Brasil Telecom, há alguns dias, só conseguimos após uma breve visita ao <a href="http://www.maringa.pr.gov.br/procon/procon.php?id_categoria=1">Procon</a> municipal.</em></li>
</ul>
</li>
<li><a title="Using your browser URL history to estimate gender" href="http://www.mikeonads.com/2008/07/13/using-you r-browser-url-history-estimate-gender/">Site</a> tenta adivinhar se internauta é homem ou mulher. Funciona?
<ul>
<li><em>Para mim ele afirmou que a probabilidade era <strong>86%</strong> de ser homem, com base no histórico do navegador. E pra você? Comente!</em></li>
</ul>
</li>
<li>A jogada da Microsoft com o Mojab e as doações para o <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:Apache+livro/format:box">Apache<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>
<ul>
<li><em>Mais uma tentativa de Redmond de promover o fracassado WinMe2, também conhecido como &#8220;Vista&#8221;.</em></li>
</ul>
</li>
<li>Cracker ataca a NASA por causa dos ETs
<ul>
<li><em>Essa foi a inesperada defesa do cidadão: disse que a invasão não teve o dolo de causar prejuízo, mas que teria sido apenas pra tentar saber se os ETs existem.<br />
</em></li>
</ul>
</li>
<li><a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/072008/30072008-13.shl">Brasileiros poderão lucrar no YouTube com publicidade em vídeos</a></li>
</ul>
<p>O Podcast Info Semana Tech, da <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:453/lang:pt-BR/tags:Editora+Abril/format:box">Editora Abril<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, é liderado por <a href="http://info.abril.com.br/blog/semfio/">Débora Fortes</a> e conta com a participação de alguns integrantes da equipe da revista Info Exame, incluindo nosso grande amigo <a title="Zona Livre: um atalho para o código-fonte aberto" href="http://info.abril.com.br/blog/zonalivre/">Luiz Cruz</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5 motivos para evitar o iPhone 3G</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/07/5-motivos-para-evitar-o-iphone-3g/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/07/5-motivos-para-evitar-o-iphone-3g/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 05:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>

O iPhone bloqueia totalmente o software livre. Os desenvolvedores precisam pagar uma taxa à Apple, que se torna a única autoridade sobre o que pode e o que não pode nos telefones alheios.
O iPhone endossa e suporta a tecnologia de Gerenciamento de Restrições Digitais (DRM).
O iPhone expõe o seu paradeiro e fornece meios para que <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/07/5-motivos-para-evitar-o-iphone-3g/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.fsf.org/blogs/community/5-reasons-to-avoid-iphone-3g/iphone3g-original.png"><img style="border: none; margin: 15px;" title="O iPhone prende você. Clique sobre a imagem para ampliar." src="http://www.fsf.org/blogs/community/5-reasons-to-avoid-iphone-3g/iphone3g-small.png" border="0" alt="O iPhone prende você" align="right" /></a></p>
<ul>
<li>O <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aVBob25lXyMjX2Jhcl8jI190YWdnaW5nLXRvb2xfIyNfNDUz-48" class="bbli">iPhone<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://static.boo-box.com/javascripts/engine/boo-box-loader.js" type="text/javascript"></script> bloqueia totalmente o software livre. Os desenvolvedores precisam pagar uma taxa à <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QXBwbGVfIyNfYmFyXyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbF8jI180NTM=-48" class="bbli">Apple<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://static.boo-box.com/javascripts/engine/boo-box-loader.js" type="text/javascript"></script>, que se torna a única autoridade sobre o que pode e o que não pode nos <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dGVsZWZvbmVzXyMjX2Jhcl8jI190YWdnaW5nLXRvb2xfIyNfNDUz-52" class="bbli">telefones<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://static.boo-box.com/javascripts/engine/boo-box-loader.js" type="text/javascript"></script> alheios.</li>
<li>O iPhone endossa e suporta a tecnologia de Gerenciamento de Restrições Digitais (<a title="Digital Restrictions Management" href="http://drm.info/pt" target="_blank">DRM</a>).</li>
<li>O iPhone expõe o seu paradeiro e fornece meios para que outros o <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmFzdHJlYW1lbnRvXyMjX2Jhcl8jI190YWdnaW5nLXRvb2xfIyNfNDUz-56" class="bbli">rastreiem<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://static.boo-box.com/javascripts/engine/boo-box-loader.js" type="text/javascript"></script> sem o seu conhecimento.</li>
<li>O iPhone não tocará formatos livres de <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGF0ZW50ZXNfIyNfYmFyXyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbF8jI180NTM=-52" class="bbli">patentes<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://static.boo-box.com/javascripts/engine/boo-box-loader.js" type="text/javascript"></script> e livres de DRM tais como <a href="http://www.xiph.org/ogg/" target="_blank">Ogg</a> <a href="http://www.vorbis.com/" target="_blank">Vorbis</a> e <a href="http://www.theora.org/" target="_blank">Theora</a>.</li>
<li>O iPhone não é a única opção. Há alternativas melhores no horizonte que respeitam sua liberdade, não o espiam, tocam formatos livres de mídia e o permitem que utilize software livre &#8212; como o <a href="http://www.openmoko.com" target="_blank">FreeRunner</a>.</li>
</ul>
<p>Compartilhe essas razões com seus amigos, familiares e colegas, e leia mais em artigo da Fundação do Software Livre: <em><a href="http://www.fsf.org/blogs/community/5-reasons-to-avoid-iphone-3g/">5 reasons to avoid iPhone 3G</a></em>.</p>
<p>Diretamente do <em><a title="info-fsf -- Free Software Foundation Announcements and Information" href="http://lists.gnu.org/mailman/listinfo/info-fsf">info-fsf</a> Digest, Vol 28, Issue 2</em>, em tradução livre nossa.</p>
<p>Mais ainda na revista Wired: <a href="http://www.wired.com/politics/security/commentary/securitymatters/2008/02/securitymatters_0207">With iPhone, &#8216;security&#8217; is code for &#8216;control&#8217;</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Publicada a especificação NBR ISO/IEC 26.300</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/05/publicada-a-especificacao-nbr-isoiec-26300/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 19:11:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Foi publicada e entrou em vigor anteontem pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a norma brasileira NBR ISO/IEC 26300: Tecnologia da informação &#8211; Formato aberto de documento para aplicações de escritório (OpenDocument) v1.0.

Assim, o ODF, que já tinha sido padronizado internacionalmente pela ISO/IEC 26300:2006, tendo sido endossado pela ABNT passou também a ser padrão <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/05/publicada-a-especificacao-nbr-isoiec-26300/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: black solid 0px" src="http://img395.imageshack.us/img395/4503/logoabntpr1.gif" alt="ABNT" align="right" />Foi publicada e entrou em vigor anteontem pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a norma brasileira <a href="https://www.abntnet.com.br/fidetail.aspx?FonteID=40911"><strong>NBR ISO/IEC 26300</strong></a>: <em>Tecnologia da informação &#8211; Formato aberto de documento para aplicações de escritório (OpenDocument) v1.0</em>.<br />
<span id="more-256"></span><br />
Assim, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OpenDocument" title="Open Document Format"><strong>ODF</strong></a>, que já tinha sido padronizado internacionalmente pela <a href="http://www.iso.org" title="International Organization for Standardization">ISO</a>/<a href="http://www.iec.org/" title="International Engineering Consortium">IEC</a> <a href="http://www.iso.org/iso/iso_catalogue/catalogue_tc/catalogue_detail.htm?csnumber=43485">26300:2006</a>, tendo sido endossado pela ABNT passou também a ser padrão brasileiro para edição de documentos de escritório. Isso não significa que outros formatos não possam ser aceitos, a critério das instituições. Contudo, o padrão oficial, a rigor, é OpenDocument.</p>
<p><img style="border: black solid 0px; padding: 10px" src="http://img114.imageshack.us/img114/6623/odflogo2sq2es2.png" alt="ODF" align="right" />O sucesso da padronização do OpenDocument é fruto da necessidade de se difundir um formato de documentos que seja aberto e duradouro. Um problema que se tem ao utilizar formatos proprietários para armazenar documentos, é a incerteza sobre sua manutenção no futuro. Quando alguém guarda um arquivo de texto num formato fechado tal como do <a title="Redmond, WA, USA" href="http://maps.google.com.br/maps?f=l&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=microsoft&amp;near=redmond&amp;ie=UTF8&amp;ll=47.641046,-122.127521&amp;spn=0.007041,0.020063&amp;t=h&amp;z=16" target="_blank">Redmond</a> Word, não é possível garantir que daqui a dez ou vinte anos ainda existirão meios de recuperar as informações desse documento. Esta é uma preocupação real, principalmente para governos e organizações. Daí surge a necessidade de utilizar um formato aberto, conhecido, que pode ser livremente implementado por qualquer sistema de informação.</p>
<p>Veja <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_applications_supporting_OpenDocument">uma lista de programas compatíveis</a> com a norma NBR ISO/IEC 26300 e comece ainda hoje a libertar seus documentos.</p>
<h3>Links</h3>
<ul>
<li><a rel="bookmark" href="http://homembit.com/2008/05/abolicao-da-escravatura-norma-nbr-isoiec-26300-foi-publicada.html">Homembit &#8211; Abolição da escravatura: Norma NBR ISO/IEC 26.300 foi publicada!</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL467755-5604,00.html">G1 &#8211; Agência britânica diz que Microsoft fere interesse de estudantes: pacote Office dificulta compatibilidade com programas usados em escolas.</a></li>
<li>Veja ainda os comentários a <a href="http://www.simaringa.com/2008/04/23/salvando-em-pdf-office-2007">este artigo</a>.</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Dicas rápidas sobre criptografia usando GnuPG</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/03/dicas-rapidas-sobre-criptografia-usando-gnupg/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/03/dicas-rapidas-sobre-criptografia-usando-gnupg/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[criptografia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Como no final do artigo anterior foi sugerido o uso de criptografia, apresentamos agora algumas fontes de informação e ferramentas a respeito do tema.</p>
<p>Tutorial muito completo sobre GPG: Usando o GnuPG, útil para todos, mas focado especialmente em usuários de terminais GNU/Linux, onde geralmente o GnuPG já vem instalado.</p>
<p>No Ubuntu (Gnome), por exemplo, o utilitário <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/03/dicas-rapidas-sobre-criptografia-usando-gnupg/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como no final do artigo anterior foi sugerido o uso de criptografia, apresentamos agora algumas fontes de informação e ferramentas a respeito do tema.</p>
<p>Tutorial muito completo sobre GPG: <a href="http://www.eriberto.pro.br/wiki/index.php?title=Usando_o_GnuPG">Usando o GnuPG</a>, útil para todos, mas focado especialmente em usuários de terminais GNU/Linux, onde geralmente o GnuPG já vem instalado.</p>
<p>No Ubuntu (Gnome), por exemplo, o utilitário gráfico <a href="http://www.gnome.org/projects/seahorse/">Seahorse</a> (menu <em>Aplicações / Acessórios / Senhas e Chaves de Criptografia</em>) é o método mais fácil de gerenciar seu chaveiro. O cliente de e-mail e organizador pessoal <a href="http://www.gnome.org/projects/evolution/">Evolution</a> já vem com suporte ao GnuPG.</p>
<p>Para usuários de &#8220;Janelas&#8221; de Redmond, também existe um pacote muito bom, contendo as ferramentas necessárias, convenientemente chamado &#8220;<a href="http://www.gpg4win.org">Gpg4Win</a>&#8220;.</p>
<p>Independentemente da plataforma, instale também a extensão <a href="http://firegpg.tuxfamily.org/">FireGPG</a> para o navegador Mozilla Firefox, permitindo a utilização facilitada de criptografia juntamente com qualquer página, inclusive webmails.</p>
<p>Finalmente, para o Mozilla Thunderbird, é indispensável a extensão <a href="http://enigmail.mozdev.org">Enigmail</a>, permitindo a integração desse excelente cliente de correio com o GPG.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha do livro O assalto planetário: a face oculta da Microsoft</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2008/03/resenha-do-livro-o-assalto-planetario-a-face-oculta-da-microsoft/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2008/03/resenha-do-livro-o-assalto-planetario-a-face-oculta-da-microsoft/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 19:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Prefácio</p>
<p>A resenha foi publicada originalmente em 11 de fevereiro de 2003. Naquela ocasião eu ainda cursava Direito na Universidade Estadual de Maringá, morava sozinho ou em república e, com o propósito de substituir uma máquina de escrever, contava apenas com um laptop Epson 486 com 4MB de RAM, apelidado de Tamagoshi, que rodava MS-DOS 6.22, <p><a href="http://blog.daltux.com/2008/03/resenha-do-livro-o-assalto-planetario-a-face-oculta-da-microsoft/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:sans-serif;">Prefácio</p>
<p>A resenha foi publicada originalmente em <a href="http://www.daltonsc.hpg.com.br/doc/arquivos/assalto.doc">11 de fevereiro de 2003</a>. Naquela ocasião eu ainda cursava Direito na Universidade Estadual de Maringá, morava sozinho ou em república e, com o propósito de substituir uma máquina de escrever, contava apenas com um laptop Epson 486 com 4MB de RAM, apelidado de Tamagoshi, que rodava MS-DOS 6.22, Windows 3.1 e Word 6.0, sem acesso à Internet.</p>
<p>É interessante lembrar como estava a situação do mercado na época em que a obra foi escrita (1998). A Microsoft estava começando a dominar um mercado em que tinha entrado tardiamente, a Internet. Hoje isso tem sido relativizado, com o advento do Google, do browser Firefox, o desenvolvimento de interfaces amigáveis ao usuário no mundo GNU/Linux, que alavancou sua utilização além dos servidores, e até o ressurgimento da Apple, que quase desapareceu em meados da década passada. Deve-se notar inclusive que as últimas versões do sistema operacional do Macintosh, MAC OS X, são também baseadas em Unix (BSD).</p>
<p>Enfim, lembrei dessa resenha após ter lido uma notícia <a href="http://feeds.folha.uol.com.br/folha/informatica/rss091.xml">via <i>feed</i></a> da <a href="http://www.folha.com.br/">Folha de S. Paulo</a>, intitulada &#8220;<b><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u382650.shtml" target="_blank">Google diz que negócio Microsoft-Yahoo! põe em risco a abertura da internet</a></b>&#8220;. Embora o mercado da Internet tenha se diversificado e esse alegado domínio seja algo bem improvável, não é impossível e há sim grande probabilidade de que a empresa situada na região metropolitana de Seattle faça alguma tentativa nesse sentido. Mais do que um assalto planetário, <a href="http://www.geek.com.br/modules/edicoes/ver_conteudo.php?idc=51" title="Sérgio Amadeu">há quem afirme</a> que a política comercial dessa corporação é análoga à tática do tráfico de drogas.</p>
<p><b>Comentários a <i>O assalto planetário: a face oculta da Microsoft</i>.</p>
<p>Dalton Scavassa</b></p>
<p>www.daltonsc.hpg.com.br</p>
<p>11 de fevereiro de 2003.<br /></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;"><b>Roberto di Cosmo</b> é doutor pela  Universidade de Pisa, Itália, docente e pesquisador de Informática  da Escola Normal Superior de Paris, França. <b>Dominique Nora </b> é repórter do semanário francês <i>Le Nouvel Observateur</i> e autora  de vários livros, entre eles <i>Os conquistadores do ciberespaço</i>  (Lisboa: Terramar, 1996).</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Essa obra (O assalto planetário), uma entrevista, descreve  minuciosamente e de forma extremamente didática como a Microsoft vem  ambicionando — e a meu ver já está na iminência de — controlar  totalmente todas as formas de transmissão e de tratamento da informação.  Todas as áreas, como a educação e as transações bancárias, nos  atuais e nos futuros meios de comunicação social, bem como a intimidade  da vida privada, podem estar sujeitos à gigante de Seatlle.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Di Cosmo denuncia: “Hoje em dia a  expressão ‘sociedade da informação’ não é um termo vão. É  difícil encontrar um bem mais importante que a informação, serviços  mais estratégicos do que os que dizem respeito à sua criação, transmissão  e manipulação. <b>Se uma única empresa  – neste caso a Microsoft – conseguir, como ambiciona, alcançar  o monopólio quase total da cadeia mundial da informação e das comunicações,  ela passará a representar um perigo para a democracia</b>” (p. 12,  grifo nosso).</span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"> </span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">O Big Brother do romance <i>1984</i>,  de George Orwell, não é nada relacionado com o que estamos sujeitos  diante de uma única empresa controlando toda a cadeia da informação.  Naquela ficção os indivíduos sabiam que estavam sendo espiados, podendo  se precaver e se dissimular diante das câmeras de vídeo. Isto não  seria possível, segundo o autor, face às tecnologias atuais que regem  o cotidiano do “mundo informático”. Hoje utilizamos estas tecnologias  com toda a confiança ao utilizarmos o correio eletrônico, o telefone  celular, ao redigirmos textos, ao pagarmos nossas contas e, enfim, ao  consumir. As empresas também não estariam de fora, já que “confiam  todos os seus segredos estratégicos às redes informáticas”. O aviso:  “Ora é tecnicamente possível conservar vestígios de todas estas  informações sem que ninguém saiba e sem recorrer a câmaras bem visíveis.  [...] Estes dados condicionam muito mais nossa vida privada do que o  simples facto de nos espiarem em nossa casa, com o auxílio de uma câmara  facilmente localizável&#8230; Sobretudo se estas informações caírem  nas mãos de uma única empresa” (p. 14).</span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"> </span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">“Se a Microsoft conseguir de facto  dominar simultaneamente os sistemas operativos [operacionais] dos computadores  pessoais, as redes de comunicação, os programas de navegação e a  inteligência dos servidores de informação que constituem a rede Internet,  o grupo [...] teria de facto o poder de decidir, de uma forma dissimulada,  quem teria acesso à informação” (p. 15).</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">É fato, segundo o autor, que a Internet  se desenvolveu graças a linguagens e protocolos abertos, como HTML,  TCP/IP, o Berkeley Internet Name Daemon e o Perl. Esta base de modelos  abertos e públicos é o que permite que os usuários possam trocar  livremente informações entre todas as plataformas, seja “Wintel”  (Windows/Intel), Macintosh, Sun, HP, IBM, NeXT, Atari ou Amiga.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">A Microsoft domina os sistemas operacionais  com o Windows e já desbancou o mercado de <i>browsers</i> com o Internet  Explorer. Se (ou quando) conseguir dominar também o mercado de servidores  com o seu IIS (Internet Information Server), atualmente representado  em mais de 50% pelo Apache, programa aberto, o mundo da informação  estará em situação complicada.</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Dominando os sistemas operacionais,  os navegadores e os servidores, a Microsoft poderá facilmente impedir  a compatibilidade entre plataformas e que concorrentes façam produtos  compatíveis com os dela. E ainda: ninguém poderia entender como estas  máquinas se comunicariam entre si, ou seja, a liberdade e a vida privada  estaria em gr<br />
ave perigo. “[...] numa economia mundializada e ultracompetitiva,  seu perfil de consumo vale ouro. Quem souber quais são as suas tendências  culturais, as cidades que gostaria de visitar, os produtos que lhe interessam,  os brinquedos preferidos dos seus filhos, etc., poderá propor-lhe os  bens e os serviços que correspondem exactamente aos seus gostos”  (p. 16). Hoje isto já é de certa forma feito, através dos <i>cookies</i>,  mas esta prática, segundo o autor, foi identificada e denunciada justamente  pelo fato de se basearem, por enquanto, em protocolos abertos. Se as  comunicações estiverem “codificadas no sigilo comercial de uma linguagem  específica, ninguém poderá saber o que seu próprio microcomputador  ‘diz’ à rede” (p. 17). As empresas que utilizam estas técnicas  dizem que “prever nossos desejos” é para nosso próprio bem. “Mas  será que queremos abdicar do nosso livre arbítrio em nome deste ‘angelismo’  comercial?” (loc. cit).</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">“Bill Gates sabe perfeitamente, e  essa é a sua maior angústia, que o microcomputador não será eternamente  a única porta de acesso à Internet. Os terminais de acesso vão diversificar-se.  A Microsoft tenta, pois, empurrar a sua solução e os seus modelos  para todos os nichos emergentes: o Windows CE tornou-se já o sistema  operativo vulgar das agendas electrónicas, apesar de, como é habitual,  os melhores produtos neste domínio (como o PalmPilot ou o Psion) não  o utilizarem” (p. 19). A televisão interativa, os consoles de videogame,  os telefones celulares, os computadores de automóvel, tudo aquilo em  que puder, a Microsoft desejará estar presente com seus softwares,  a fim de dominar todo o mercado da informação.</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Aliás, Bill Gates (pessoa física,  não a Microsoft), aliado a um bem-sucedido empresário americano da  telefonia móvel, Craig McCraw, fundou a Teledesic, empresa que pretende  [o livro é de 1998] lançar 288 satélites, que poderia fazer concorrência  a qualquer rede terrestre clássica de telecomunicações (p. 21). Tudo  indica que serão utilizados neste projeto os softwares Microsoft.</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Declara ainda o pesquisador que o ramo  de <i>software </i>é mais importante estrategicamente do que o de <i> hardware</i>, já que “é muito mais fácil clonar um <i>chip</i>  do que um programa complexo. [...] Aliás, há muito tempo que a AMD,  a Cyrix e a IBM produzem chips que fazem funcionar o Windows tão bem  como os da Intel, e por muito menos dinheiro” (p. 13). Ora, eu mesmo  estou diante de um <i>laptop</i> equipado com microprocessador da extinta  Cyrix, um 486 SLC, 50 MHz, e já tive ainda um antigo desktop equipado  com Cyrix 486 DLC 40 MHz. Nunca tive qualquer problema por não estar  usando um PC com “Intel Inside”. Ou seja, o monopólio da Intel  não é tão importante quanto o da Microsoft. “A Microsoft e a Intel  estão aliás muito ligadas. A Intel produz <i>chips</i> cada vez mais  poderosos para motorizar <i>softwares</i> Microsoft cada vez mais pesados,  que por sua vez nos obrigam a mudar de computador cada vez mais depressa&#8230;  e consequentemente a deixar cada vez mais dinheiro nas caixas registradoras  destes dois cúmplices” (loc. cit.).</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">O autor desmistifica a história da  Microsoft. Aliás, há um filme interessante, relativamente recente,  sobre o início da Microsoft e da Apple.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;"><b>A linguagem Basic  —</b> John Kemeny e Thomas Kurtz, em 1964, é que criaram a linguagem  Basic. Bill Gates e Paul Allen somente criaram um interpretador daquela  linguagem para o microcomputador Altair.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;"><b>O IBM PC e o MS-DOS  —</b> Os computadores pessoais, no final da década de 1970, começaram  a ser utilizados na contabilidade das pequenas empresas, com o advento  do programa Visicalc. Até então eram coisa de apaixonados, nada que  ameaçasse a homogenia da IBM e seus sistemas enormes acessíveis somente  aos governos e grandes instituições ancárias. Com os Apple e Commodore  começando a entrar no comércio e nas pequenas empresas, a IBM precisava  apresentar um produto dela para evitar perder seu quase monopólio,  mesmo não acreditando verdadeiramente no computador pessoal. Prova  disso é que nas grandes máquinas <i>todas</i> as peças eram fabricadas  na própria empresa, enquanto nos primeiros IBM PCs, “só o<br />
teclado  é que era da IBM&#8230; O resto fora descoberto no mercado: a Intel fornecera  o processador 8008, e a Microsoft, uma empresa criada em 1975, fora  solicitada para fornecer o sistema operativo” (p. 23).</span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Bill Gates e Paul Allen não trabalhavam  com sistemas operacionais naquela época, mas se aproveitaram da situação  – a IBM não conhecia bem este nicho de mercado – e ofereceram um  sistema que compraram (e não inventaram) por 50 mil dólares da pequena  Seattle Computer: o Q-DOS, que significava <i>Quick</i> (rápido) <i> and Dirty</i> (sujo)<i> Operating System</i>, produto de total “qualidade”,  foi rebatizado de MS-DOS (<i>Microsoft Disk Operating System</i>) e  oferecido à IBM, que o inseriu em seu também <i>quick and dirty</i>  PC. Entretanto, pasmem, até hoje utilizamos esta plataforma!</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Evidentemente, a qualidade do IBM PC,  totalmente improvisado, “era muito inferior à do Apple II, mas o  poder comercial e o serviço da IBM determinaram a diferença” (p.  24).</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">A IBM nunca levou o PC a sério: “o  mamute não se deu ao trabalho de comprar o MS-DOS nem de assegurar-lhe  a exclusividade. Resultado: a Microsoft conseguiu vender depois o MS-DOS  – e mais tarde o seu sucessor Windows – a todos os concorrentes  da ‘Big Blue’. [...] Ninguém adivinhava que, com a estandardização  [padronização] dos produtos Intel e Microsoft e o aparecimento de  clonadores asiáticos, todos os lucros – e o poder – da microinformática  se concentrariam nos <i>chips</i> e nos sistemas operativos. Você sabe  o que se seguiu” (p. 24). Ninguém adivinhava porque na época quem  dominava o mercado eram os próprios construtores das máquinas, o que  se inverteu depois.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">“[...] Os fundadores da Microsoft  eram, desde o início, empresários pragmáticos, mais do que visionários  da tecnologia. Souberam muito bem identificar as oportunidades e ocupar  o lugar antes dos outros, ainda que com produtos medíocres” (p. 24).  Isto explica o êxito extraordinário daquela empresa: a astúcia, não  a qualidade de seus programas. Hoje, sem saber o que fazer com tanto  dinheiro, “a empresa adquire maciçamente as suas próprias acções”  (loc. cit). Um exemplo é a escalada da Internet, que foi totalmente  ignorada a início por Gates. “Em 1995, bastaram alguns meses a este  mastodonte de vinte cinco mil empregados para dar a volta e fazer da  Internet o seu eixo de desenvolvimento privilegiado” (p. 25).</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Enfim, isto é só o começo de uma  discussão empolgante. Di Cosmo comenta muitos outros aspectos do mercado  da informática, e a relação com o monopólio do, segundo ele, “mastodonte”  de Seattle, cujos produtos, além de tudo são de má qualidade.</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </s<br />
pan></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">O pesquisador ao final (p. 116) dá  três opções alternativas, de acordo com o perfil do consumidor:</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<ol><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;">
<li><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Ao “<b>público especialista</b>”,  como as grandes empresas e as universidades, a quem não tem importância  a aparência externa, mas sim a robustez interna do sistema, Di Cosmo  recomenda o Linux, o FreeBSD ou qualquer outra versão do Unix, talvez  até uma comercial.</span></span></li>
<p><span style="font-family:sans-serif;">
<li><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Ao “<b>grande público individual</b>”,  o consumidor totalmente leigo e que talvez nem sabe se necessita da  informática, não recomenda o Linux, devido à sua interface atual,  e tampouco a armadilha “Wintel”. Àqueles que querem tão somente  se divertir com jogos, recomenda que adquiram um console Sony Playstation,  Nintendo ou Sega, mais em conta que PCs e sem armadilhas. Já a quem  pretende ter um computador de verdade, a melhor solução seria um Apple  Macintosh, enquanto aguarda uma maior evolução didática do Linux.  Apesar do Mac não ter a estabilidade do Unix, é bem melhor do que  os Wintel e a interface é das mais agradáveis. Seu custo ultimamente  tem sido reduzido, com o modelo iMac.</span></span></li>
<p><span style="font-family:sans-serif;">
<li><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">O “<b>público organizado</b>”,  intermediário aos outros dois, seria aquele sem conhecimento técnico  mas que poderia obter apoio de terceiros. Os profissionais como advogados  e médicos poderiam conseguir que suas associações oferecessem apoio  técnico qualificado a seus associados. O usuário assim poderia ter  um sistema funcional sem se preocupar com aspectos técnicos.</span></span></li>
<p></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></ol>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;">   </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">A administração pública poderia  utilizar o conhecimento disponível nas universidades para conseguir  opções econômicas e confiáveis baseadas em Linux. Poderia ainda  ressussitar máquinas antigas utilizando o sistema NewDeal, ao invés  de dispender com máquinas excessivamente onerosas exigidas pelo Windows.</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Citando o caso da IBM, que resolveu  adotar e promover o servidor Apache, ao invés de render-se ao WindowsNT,  Roberto di Cosmo afirma que “não é certo que o Linux enterre um  dia o Windows. Mas talvez o modelo de criação e divulgação do <i> software</i> livre seja o do futuro&#8230; Porque não existe nenhuma empresa  suficientemente rica, nem mesmo a Microsoft, que possa lutar contra  os talentos conjugados dos melhores programadores do mundo. Sobretudo  se o fruto dos seus trabalhos for depois endossado por pesos-pesados  da indústria.</span><span style="font-family:sans-serif;"><br /></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span><br />
</span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Enfim, <i>O assalto planetário: a  face oculta da microsoft</i> é um livro gostoso de ler, que nos dá  a sensação de que estamos ameaçados mas ao mesmo tempo nos dá a  esperança de que, se nos precavermos e nos reunirmos, poderemos escapar  dos golpes monopolistas do mastodonte de Seattle.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;">  </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">Esperamos que o poder público se alerte,  como o Ministério Público e o CADE, para que no nosso país tomemos  alguma atitude para não ficarmos totalmente dependentes de uma única  empresa estrangeira e monopolista. A sociedade civil também poderia  se mobilizar, através das organizações não governamentais.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:sans-serif;"><b>Referência bibliográfica</b></span></span> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span>
<p align="justify"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;"><span style="font-family:sans-serif;font-size:100%;">DI COSMO, Roberto;  NORA, Dominique. <b>O assalto planetário:</b> a face oculta da Microsoft.  Trad. Maria Filomena Duarte. Lisboa: Terramar, 1999. Título original: <i> Le hold-up planétaire: la face cachée de Microsoft.</i> Paris: Calmann-Lévy,  1998.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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		<title>Música pela rede via OpenSSH</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2007/12/musica-pela-rede-via-openssh/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 00:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Algo que tenho aprendido a desvendar é a imensa variedade de utilidades do SSH (Secure Shell). Para quem nunca ouviu falar disso, em suma, trata-se de um serviço de terminal remoto criptografado, presente na maioria dos sistemas Unix-like atuais e disponível também em outras plataformas.</p>
<p>Acabo de descobrir uma funcionalidade &#8220;irada&#8221;: tocar música pela rede usando <p><a href="http://blog.daltux.com/2007/12/musica-pela-rede-via-openssh/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algo que tenho aprendido a desvendar é a imensa variedade de utilidades do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/OpenSSH">SSH (Secure Shell)</a>. Para quem nunca ouviu falar disso, em suma, trata-se de um serviço de terminal remoto criptografado, presente na maioria dos sistemas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Unix-like"><i>Unix-like</i></a> atuais e disponível também em outras plataformas.</p>
<p>Acabo de descobrir uma funcionalidade &#8220;irada&#8221;: tocar música pela rede usando o ssh e o <a href="http://www.mplayerhq.hu/">mplayer</a>. Bastou digitar (tudo na mesma linha):</p>
<p><tt>ssh usuario@192.168.0.44 "cat /home/usuario/musica/nomedoarquivo.mp3" | mplayer -</tt></p>
<p>Informei a senha do usuário e, após cerca de dois segundos, a música começou a tocar perfeitamente. O comando <tt>cat</tt> faz com que o arquivo seja direcionado à saída padrão (geralmente a tela do terminal) e o <tt>mplayer -</tt> faz tocar a partir da entrada de dados padrão (geralmente o teclado). No nosso caso, os dois comandos unidos pelo <i>pipe</i> (&#8220;<tt>|</tt>&#8220;) atuam juntos, um enviando e o outro captando os dados. É o mesmo mecanismo de quando utilizamos, por exemplo, <tt>cat arquivotexto | more</tt>.</p>
<p>Isso é interessante, contudo seria provavelmente mais vantajoso copiar o arquivo para a máquina a ser utilizada no momento pelo comando <a href="http://www.eos.ncsu.edu/remoteaccess/man/scp.html">scp (Secure Copy)</a>. Bastaria utilizar:</p>
<p><tt>scp usuario@192.168.0.44:/home/usuario/musica/nomedoarquivo.mp3 .</tt></p>
<p>Para obter tanto o servidor ssh quanto as ferramentas do cliente, nos sistemas baseados no <a href="http://www.debian.org">Debian GNU/Linux</a> (onde se inclui o <a href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu</a>), basta mandar instalar o meta-pacote <a href="http://packages.debian.org/stable/net/ssh"><tt>ssh</tt></a>. Em outras distribuições ou sistemas operacionais, certamente há alguma versão dessa fabulosa ferramenta.</p>
<p>No ambiente GNOME, é muito simples utilizar o <a href="http://www.gnome.org/projects/nautilus/">Nautilus (o gerenciador de arquivos)</a> para transmissão de dados via ssh. Experimente apontá-lo para <tt>ssh://usuario@endereco</tt>. Será possível navegar pelos diretórios remotos como se estivesse em sua própria máquina. Obviamente, porém, se a rede não colaborar (Internet), a experiência pode se tornar um tanto vagarosa.</p>
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		<title>Inteligência artificial: sonho de consumo dos militares</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2007/04/inteligencia-artificial-sonho-de-consumo-dos-militares/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2007 07:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://daltuxtemp.wordpress.com/2007/04/26/inteligencia-artificial-sonho-de-consumo-dos-militares/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Parte de um trabalho acadêmico sobre sistemas de informação gerenciais (PDF, 613KB), feito para a disciplina Tecnologia da Informação no curso de Sistemas de Informação, foi a respeito de inteligência artificial. Pesquisando a respeito do tema na bibliografia disponível, foi possível constatar que consideráveis campos da inteligência artificial, tais como linguagem natural e sistemas perceptivos, <p><a href="http://blog.daltux.com/2007/04/inteligencia-artificial-sonho-de-consumo-dos-militares/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parte de um <a href="http://www.4shared.com/file/14760842/7f2b9670/TI_1bim_Sistemas_de_informacao_gerenciais.html">trabalho acadêmico sobre sistemas de informação gerenciais (PDF, 613KB)</a>, feito para a disciplina <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=tecnologia+da+informacao&#038;site_origem=5101810" title="Compare preços de livros sobre Tecnologia da Informação no Buscapé">Tecnologia da Informação</a> no curso de <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=sistemas+de+informacao&#038;site_origem=5101810" title="Compare preços de livros sobre Sistemas de Informação no Buscapé">Sistemas de Informação</a>, foi a respeito de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia_artificial" title="Artigo sobre Inteligência Artificial da Wikipédia lusófona"><b>inteligência artificial</b></a>. Pesquisando a respeito do tema na bibliografia disponível, foi possível constatar que consideráveis campos da <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=inteligencia+artificial&#038;site_origem=5101810" title="Compare preços de livros sobre Inteligência Artificial no Buscapé">inteligência artificial</a>, tais como <i>linguagem natural</i> e <i>sistemas perceptivos</i>, foram impulsionados por aplicações militares. A doutrina chega a comentar que &#8220;<span style="font-weight:bold;">A inteligência artificial também é material dos sonhos militares, nos quais máquinas com IA combaterão em futuras guerras com considerável independência da intervenção humana</span>&#8221; <span style="font-size:90%;">(LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=laudon+sistemas+de+informacao&#038;site_origem=5101810" title="Compare preços deste livro no Buscapé"><span style="font-style:italic;">Sistemas de informação</span>: com Internet</a>. Trad. Dalton Conde de Alencar. Rio de Janeiro: LTC, 1999. p. 328).</span></p>
<p>Diante dessa assertiva, logo veio à mente o interessante episódio &#8220;<a href="http://www.trekbrasilis.org/classico/tos/episodios/tos23.htm">Um gosto de armagedom</a>&#8221; (<span style="font-style:italic;">A taste of armageddon</span>), da primeira temporada da série original de Jornada nas Estrelas (<span style="font-style:italic;">Star Trek</span>, 1967). O episódio, exibido pela primeira vez em 23 de fevereiro de 1967, ou seja, há quarenta anos, trata de situação semelhante à supracitada imaginação militar.</p>
<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/1/1a/USS_Enterprise_%28NCC-1701%29%2C_ENT1231.jpg/200px-USS_Enterprise_%28NCC-1701%29%2C_ENT1231.jpg" alt="USS Enterprise NCC-1701" align="right" border="1" hspace="10" vspace="10" />Nesse episódio, ambientado em 2267, a tripulação da <a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/USS_Enterprise_%28NCC-1701%29">nave estelar Enterprise</a> chega a um planeta onde não se encontram explosões, radiação, pessoas feridas ou qualquer coisa que indicasse a ocorrência de graves danos, porém mesmo assim os dirigentes locais insistente e categoricamente afirmavam que estariam em guerra há quinhentos anos com um planeta vizinho. Descobre-se então que a guerra tinha passado a ser conduzida por computadores. As baixas eram calculadas e então pessoas de verdade deveriam se apresentar a uma estação de desintegração em até 24 horas para que suas mortes fossem devidamente registradas pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o">sistema de informação</a>.</p>
<p>Pelo pensamento dos dirigentes de ambos os planetas, esse sistema garantiria uma guerra limpa, sem os horrores inerentes a combates reais, preservando a civilização.</p>
<p>Nesse meio tempo, a própria <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nave_estelar">nave estelar</a>, em órbita do planeta, teria sido declarada destruída pelos computadores que controlariam a guerra, e então toda sua tripulação deveria se apresentar para execução. Diante dessa situação, o capitão decide destruir os computadores e fazer com que os planetas entrassem em confronto real.</p>
<div style="text-align:center"><img src="http://img182.imageshack.us/img182/3200/150pxjameskirk2c2266.jpg" title="Cap. James T. Kirk" alt="Cap. James T. Kirk" border="1" align="middle" /> &nbsp; &nbsp; <img src="http://img182.imageshack.us/img182/564/200pxanan7.jpg" title="Anan 7" alt="Anan 7" border="1" align="middle" /></div>
<p>Eis o discurso do <a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/James_T._Kirk">Capitão Kirk</a> (interpretado por <a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/William_Shatner">William Shatner</a>), ao abrir fogo contra os equipamentos, para <a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/Anan_7">Anan</a> (<a href="http://memory-alpha.org/en/wiki/David_Opatoshu">David Opatoshu</a>), conselheiro do planeta:</p>
<blockquote><p>Morte, destruição, doença, horror&#8230; é sobre isso que as guerras são, Anan. Por isso são algo a ser evitado. Mas vocês a têm feito limpa e indolor – tão limpa e indolor que vocês não têm qualquer razão para pará-la, e têm feito isso por quinhentos anos. Já que parece ser a única maneira que possuo de salvar minha tripulação, minha nave&#8230; estou acabando com ela para vocês – de uma forma ou de outra.</p>
<div style="text-align:center"><a href="http://www.trekbrasilis.org/classico/tos/episodios/tos23.htm"><img src="http://img211.imageshack.us/img211/808/tos2303uz5.jpg" title="Os mainframes militares de Eminiar VII destruídos por Kirk" alt="Os mainframes militares de Eminiar VII destruídos" border="1" /></a></div>
<p>Eu lhes devolvi os horrores da guerra. Vendekar [o outro planeta] assumirá agora que vocês violaram o tratado e estarão se preparando para empreender guerra real com armas reais. Eles vão querer fazer o mesmo&#8230; só que o próximo ataque que eles lançarão fará mais do que contar números em um computador. Eles vão destruir suas cidades, devastar seu planeta. Você, obviamente, vai querer retaliar; se eu fosse você, começaria a fazer bombas. Sim, conselheiro, vocês têm uma guerra real em suas mãos. Vocês podem tanto empreendê-la com armas reais, ou podem considerar uma alternativa – dar um basta nela! Fazer as pazes.</p></blockquote>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_Taste_of_Armageddon">Segundo a Wikipedia anglófona</a>, o episódio seria uma referência à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_Vietn%C3%A3">Guerra do Vietnã</a>, quando contagens de mortos eram diariamente reportadas na televisão norte-americana. A situação não deve ser diferente da que vivemos hoje em relação às baixas da Guerra do Iraque, da guerra civil nos morros do Rio de Janeiro, ou até da violência no trânsito local. Vemos essas estatísticas todos os dias, tantas vezes que já não nos importamos, pois temos a impressão de ser algo que não nos diz respeito. Como se fossem meros números, não vidas humanas sendo desperdiçadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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