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	<title>DalTux Blog &#187; Tupã</title>
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	<description>Difusão de Tecnologia e Informação abertas.</description>
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		<title>O apito do trem</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Mar 2006 09:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alta Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[ferrovia]]></category>
		<category><![CDATA[Tupã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Segundo noticiário de setembro/2005 do setor sucroalcooleiro, há grande demanda por parte dos municípios da Alta Paulista e das indústrias para que a ferrovia seja reativada. Segundo a fonte, há promessa de recuperação da linha entre Pederneiras (região de Bauru) e Panorama (porto fluvial no Rio Paraná) em junho de 2006. A concessionária tinha desativado <p><a href="http://blog.daltux.com/2006/03/o-apito-do-trem/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo <a href="http://72.14.203.104/search?q=cache:syqgqPhL4TcJ:www.jornalcana.com.br/pdf/141/%255Clogisticaetransporte.pdf%20ferroban%20alta%20paulista&amp;hl=pt-BR&amp;gl=br&amp;ct=">noticiário</a> de setembro/2005 do setor sucroalcooleiro, há grande demanda por parte dos municípios da Alta Paulista e das indústrias para que a ferrovia seja reativada. Segundo a fonte, há promessa de recuperação da linha entre Pederneiras (região de Bauru) e Panorama (porto fluvial no Rio Paraná) em junho de 2006. A concessionária tinha desativado este trecho já em 2001, quando a empresa tinha se livrado da obrigação contratual de manter até então as composições de passageiros. Alegando falta de demanda, abandonou-se o ramal, situação verificada nos artigos anteriores. Seriam necessários, segundo consta, 36 milhões de reais.</p>
<p>Veja a <a href="http://www.jornalcana.com.br/pdf/141/%255Clogisticaetransporte.pdf">fonte original</a> (PDF &#8211; necessário Adobe Reader) ou <a href="http://72.14.203.104/search?q=cache:syqgqPhL4TcJ:www.jornalcana.com.br/pdf/141/%255Clogisticaetransporte.pdf%20ferroban%20alta%20paulista&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;hl=pt-BR&amp;gl=br&amp;ct=">convertido</a> para HTML pelo Google.</p>
<hr />Seria uma boa notícia, não fosse a mais atual a respeito: <span style="font-weight:bold;">foi decretada a falência</span><span style="font-weight:bold;"> da </span><span style="font-style:italic;font-weight:bold;">holding</span> <a href="http://www.brasilferrovias.com.br/">Brasil Ferrovias</a>, da qual faz parte a Ferroban. Antes já era de se duvidar que cumprissem todas as promessas, como fora comentado aqui em <a href="http://dalton.orgfree.com/subsistir/2006/03/retrato-do-abandono.html">artigo anterior</a>. E agora?</p>
<p>Em relação ao título, parece que a única possibilidade por enquanto seria tocar alguma buzina como uma lembrança dos tempos de antanho, pois infelizmente por muito tempo será impossível observar o apito de uma locomotiva em tais bandas.</p>
<p>Leia mais:
<ul>
<li><a href="http://www.revistaferroviaria.com.br/indexnoticia.asp?cod=2516">Revista Ferroviária</a> (é necessário cadastro)</li>
<li><a href="http://www.debrasilia.com/index2.php?pag=ver_noticia&amp;cod_noticia=2475">DeBrasilia.com</a> (artigo de Elio Gaspari também publicado na Folha de S. Paulo)</li>
<li><a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/noticias/2006/mar/12/166.htm">O Estado de S. Paulo</a></li>
<li><a href="http://www.campogrande.com/view.htm?id=328935">Campo Grande News</a></li>
<li><a href="http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&amp;id=75923">Agora MS</a></li>
<li><a href="http://conjur.estadao.com.br/static/text/42715,1">Consultor Jurídico</a></li>
<li><a href="http://news.google.com.br/news?q=brasil+ferrovias">Google Notícias</a></li>
</ul>
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		<title>Retrato do abandono</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2006/03/retrato-do-abandono/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Mar 2006 00:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alta Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[ferrovia]]></category>
		<category><![CDATA[Tupã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Enviei um breve e-mail para a ouvidoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), questionando a respeito do total abandono da ferrovia no trecho até Panorama/SP, o antigo Tronco Oeste da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, passando por Iacri, algo que há cerca de dois anos e meio fotografei e comentei em meu site:</p>
<p>
Terça-feira, <p><a href="http://blog.daltux.com/2006/03/retrato-do-abandono/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enviei um breve <span style="font-style:italic;">e-mail</span> para a ouvidoria da <a href="http://www.antt.gov.br/">Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)</a>, questionando a respeito do total abandono da ferrovia no trecho até Panorama/SP, o antigo <span style="font-style:italic;">Tronco Oeste</span> da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Companhia_Paulista_de_Estradas_de_Ferro">Companhia Paulista de Estradas de Ferro</a>, passando por Iacri, algo que há cerca de dois anos e meio fotografei e <a href="http://dalton.orgfree.com/blogantigo/2003/06/ferrovia-fantasma.html">comentei</a> em meu site:</p>
<p><a href="http://img233.imageshack.us/img233/5004/ferroviaiacriparapua2hy.jpg"><img style="display:block;text-align:center;cursor:hand;width:400px;margin:0 auto 10px;" src="http://img233.imageshack.us/img233/5004/ferroviaiacriparapua2hy.jpg" border="0" alt="Ferrovia totalmente encoberta pela terra e pelo mato" /></a><br />
<blockquote>Terça-feira, Junho 24, 2003</p>
<p>[...] veja a situação lastimável de abandono em que se encontra a ferrovia, entre Iacri e Parapuã. O Ministério Público poderia tomar alguma atitude, já que trata-se de uma concessão federal (para a empresa Ferroban) sobre o patrimônio público, que está simplesmente sendo jogado fora.</p>
<p>A foto é o seguinte: trata-se de uma passagem de nível, entre Iacri e Parapuã [na divisa entre os municípios]. A rodovia SP-294 (Comte. João Ribeiro de Barros) passa paralelamente à ferrovia, à direita da foto. Os trilhos e dormentes estão encobertos pelo mato. Na passagem de nível há uma camada incrível de areia por cima. Pela imagem, à frente, cerca de um ou dois quilômetros, é Iacri. Para trás, Parapuã. O fotógrafo (eu) está sobre o que seriam os trilhos.</p></blockquote>
<p>Há alguns dias retornei ao local e constatei que a situação é a mesma. Creio que seja impossível recuperar o trecho, cujos trilhos literalmente abriram caminho para o desenvolvimento inicial daquela região, que deve até seu nome (<span style="font-weight:bold;">Alta Paulista</span>) à ferrovia. É necessário praticamente uma reconstrução. Talvez se aproveitem os trilhos. Areia e mato cobrem seu leito, já que a concessionária, responsável no mínimo pela conservação daquele patrimônio público cujo uso lhe foi concedido, sequer a roçada química há anos teve a dignidade de executar.</p>
<table width="100%">
<tr align="center" valign="center">
<td><a href="http://www.pell.portland.or.us/~efbrazil/cp_luz.html"><img src="http://img217.imageshack.us/img217/1629/cpluz7bs.th.jpg" border="0" alt="Locomotiva V8 da CP saindo da Estação da Luz com destino ao interior" /></a></td>
<td valign="bottom"><strong>ou&#8230; ?</strong></td>
<td><img src="http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/1514_rita23/515431_houston1300.gif" alt="Grande congestionamento de automóveis em rodovia" width="150" /></td>
</tr>
<tr align="center" valign="center">
<td><a href="http://www.pell.portland.or.us/~efbrazil/cpef_pullman.html"><img src="http://img209.imageshack.us/img209/6708/cpefpullman3kz.th.jpg" border="0" alt="Interior de um luxuoso carro Pullmann da Companhia Paulista, com suas amplas poltronas giráveis e seu sorridente passageiro" /></a></td>
<p><!-- http://img209.imageshack.us/my.php?image=cpefpullman3kz.jpg (original) -->
<td>&nbsp;</td>
<td><a href="http://www.an.com.br/anjaragua/2003/fev/18/2ger.htm"><img src="http://www.an.com.br/anjaragua/2003/fev/fotos/18ger02.jpg"></a></td>
</tr>
<tr align="center" valign="center">
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</table>
<p>
<p align="center"><a href="http://img202.imageshack.us/img202/1043/v8018gm.gif"><img src="http://img202.imageshack.us/img202/1043/v8018gm.gif" width="100%" /></a></p>
<p>A estrada de ferro (bem administrada) poderia hoje estar transportando milhares de pessoas e muitas mercadorias, mas, ao contrário, enquanto isto os ônibus e caminhões gradativamente entopem as estradas de rodagem, cada vez mais precárias (em parte por isto) e, em última análise, causando a destruição de patrimônio e de famílias inteiras. Seria necessário redigir uma tese para descrever todo o prejuízo causado por tal descaso?</p>
<p>Inconformado com a nova visão, enviei à ouvidoria da ANTT a mencionada mensagem, cujo teor cito a seguir:</p>
<blockquote><p>De: Dalton Scavassa [...]<br />Enviada em: quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006 05:34<br />Para: Ouvidoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres<br />Assunto: Mensagem do Fale Conosco<br />NOME: Dalton Scavassa<br />EMAIL: [...]<br />ENDEREÇO: [...]<br />CIDADE: Maringá<br />ESTADO: PR<br />TELEFONE(S): [...]<br />MENSAGEM:<br />Eu gostaria de saber se é de conhecimento da Agência Nacional de Transportes Terrestres o abandono do ramal até Panorama/SP por parte da concessionária [Ferroban/Brasil Ferrovias]. Atualmente em vários trechos provavelmente seja impossível a recuperação, necessitando de total reconstrução.<br />Quais são as medidas que a Agência pode e deve tomar em relação a tal fato?<br />Antecipadamente grato.</p></blockquote>
<p>A resposta veio hoje:</p>
<blockquote><p>        Prezado Senhor Dalton,</p>
<p>     Em atenção a sua mensagem, comunicamos que, foi celebrado, entre esta Agência e a Concessionária Ferroban, um Termo de Ajuste de Conduta &#8211; TAC. TAC este que demanda uma série de exigências e melhorias a serem cumpridas ao fim de determinado período ainda não expirado, melhorias estas que incluem o trecho de Panorama/SP. Inspeções eventuais e programadas são feitas no intuito de serem cumpridas as obrigações contratuais, prevista no Contrato de Concessão firmado entre a Concessionária e a União, e no TAC supracitado.</p>
<p>     Permanecemos à sua disposição.</p>
<p>     Atenciosamente,</p>
<p>SUCAR /ANTT</p>
<p>Ouvidoria da ANTT</p></blockquote>
<p>Ansiosamente aguardo pelos comentários dos leitores.</p>
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		<title>Lembrança</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2004 20:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tupã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Não estou aí para acompanhar as tendências &#8220;eleitoreiras&#8221;, portanto não posso tecer maiores comentários.</p>
<p>Mas lembrem-se de que há uma lei municipal em Tupã, ou pelo menos havia enquanto eu aí residia, que veda a propaganda sonora nas ruas. Isto teoricamente é um preceito de direito ambiental, contra a poluição sonora. Afinal, ninguém é obrigado a <p><a href="http://blog.daltux.com/2004/08/lembranca/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não estou aí para acompanhar as tendências &#8220;eleitoreiras&#8221;, portanto não posso tecer maiores comentários.</p>
<p>Mas lembrem-se de que há uma lei municipal em Tupã, ou pelo menos havia enquanto eu aí residia, que veda a propaganda sonora nas ruas. Isto teoricamente é um preceito de direito ambiental, contra a poluição sonora. Afinal, ninguém é obrigado a escutar o que não quer.</p>
<p>Entretanto, será que tal lei exclui de seu objeto a propaganda eleitoral? Se for o caso, é lamentável. Cabe ao eleitorado fazer pressão para que isto mude. Não havendo tal exclusão, talvez a lei esteja sendo violada, e novamente cabe a qualquer do povo ter contato com o Ministério Público para que este douto órgão apure a situação.</p>
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		<title>Tendências</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2004 20:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tupã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Vamos lá, ser pensante!Vamos pensar sobre a situação política na região. Não vou começar uma discussão política mas jogar um tema interessante. Os políticos da região de Tupã parecem muito interessados em economizar espaço em material de propaganda. Todos &#8211; TODOS, SEM EXCEÇÃO &#8211; estão escrevendo em seus panfletos palavras abreviadas, mesmo onde há espaço <p><a href="http://blog.daltux.com/2004/08/tendencias/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos lá, ser pensante!<br />Vamos pensar sobre a situação política na região. Não vou começar uma discussão política mas jogar um tema interessante. Os políticos da região de Tupã parecem muito interessados em economizar espaço em material de propaganda. Todos &#8211; TODOS, SEM EXCEÇÃO &#8211; estão escrevendo em seus panfletos palavras abreviadas, mesmo onde há espaço para se escrever a mesma palavra inteira. Por exemplo: &#8211; C/ p/ prefeito. Ou: p/ vereador.<br />Vai entender.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Re: Visuais</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2004 16:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Palm]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tupã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Tudo bem, eu digito muito rápido, a maioria que tem prática digita rápido&#8230; mas o seu professor não deve ter reparado que você digita RÁPIDO PRA CAR****!</p>
<p>Mesmo assim, é claro que qualquer ser que treine um pouco digita mais rápido do que escreve. Eu pelo menos tenho anotado muito mais nas aulas agora com teclado <p><a href="http://blog.daltux.com/2004/05/re-visuais-5/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo bem, eu digito muito rápido, a maioria que tem prática digita rápido&#8230; mas o seu professor não deve ter reparado que você digita RÁPIDO PRA CAR****!</p>
<p>Mesmo assim, é claro que qualquer ser que treine um pouco digita mais rápido do que escreve. Eu pelo menos tenho anotado muito mais nas aulas agora com teclado do que com lápis/caneta e papel. Quando eu usava Graffiti, também sofria pra caramba&#8230; era a velocidade parecida com a de escrever com letra de forma. Pra escrever pouco, é sossegado. Mas pra escrever algo bem rápido, como em ditado, não dá.</p>
<p>Para quem quer ter uma idéia de como é a escrita Graffiti, e quer tentar, usando o mouse, reservada a devida dificuldade diante disso, <a href="http://www.handsys.com.br/Paginas/conhecateste.htm" target="_blank">clique aqui</a> (é necessário browser com suporte a Java).</p>
<p>O meu teclado, quanto a barulho pelo menos, é sossegado. Faz muito pouco. Pouquíssimo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Re: Visuais</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2004 19:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>denisgomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Palm]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tupã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Se é para acrescentar histórias, acrescentemos. Esta é só pra rir!</p>
<p>Outro dia o professor de Direito estava ditando uma matéria e a sala estava em total silêncio. Mas como o teclado não é tão silencioso assim (e eu ainda digito forçando um pouco as teclas), esse era o único barulho que se ouvia na sala. <p><a href="http://blog.daltux.com/2004/05/re-visuais-4/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se é para acrescentar histórias, acrescentemos. Esta é só pra rir!</p>
<p>Outro dia o professor de Direito estava ditando uma matéria e a sala estava em total silêncio. Mas como o teclado não é tão silencioso assim (e eu ainda digito forçando um pouco as teclas), esse era o único barulho que se ouvia na sala. Como todos usam caderno, o professor ditava a matéria no ritmo do pessoal. Mas eu escrevia rapidinho e sempre acabava antes de todo mundo. Depois de um tempo ele diz em voz alta:</p>
<p>&#8220;Semestre que vem, todo mundo com computador hein! Ele consegue acabar mais rápido que vocês!&#8221;</p>
<p>A classe inteira deve ter ficado com raiva de mim. Eu fiquei na minha, nem falei nada <img src='http://blog.daltux.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Dalton, vamos postar umas histórias engraçadas, se houverem ;D</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Re: Visuais</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2004/05/re-visuais-3/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2004 16:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palm]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tupã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Acrescento um fato novo ao que já escrevi abaixo:</p>
<p>Hoje, na aula do mesmo professor, ele foi ditar uma frase importante, e veio ao meu lado, curioso, para ver, enquanto eu digitava, como funciona.</p>
<p>Mas então, não sei se o modo de agir que estávamos nos referindo aos tupãenses é exclusivo deles. Provavelmente não, mas que é <p><a href="http://blog.daltux.com/2004/05/re-visuais-3/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acrescento um fato novo ao que já escrevi abaixo:</p>
<p>Hoje, na aula do mesmo professor, ele foi ditar uma frase importante, e veio ao meu lado, curioso, para ver, enquanto eu digitava, como funciona.</p>
<p>Mas então, não sei se o modo de agir que estávamos nos referindo aos tupãenses é exclusivo deles. Provavelmente não, mas que é uma peculiaridade tupãense, é sim. Não é só relacionado à tecnologia.</p>
<p>Bem, agora tenho que trabalhar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Re: Visuais</title>
		<link>http://blog.daltux.com/2004/05/re-visuais-2/</link>
		<comments>http://blog.daltux.com/2004/05/re-visuais-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 May 2004 12:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>denisgomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Palm]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tupã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Também prossigo com minha opinião. Se alguém não gostar, bem, comente ;D</p>
<p>Atualmente uso um PocketPC iPAQ 3950 (processador XScale de 400 MHz, 64 mega de memória RAM e rodando Windows Mobile 2003) &#8211; relativamente antigo, em se comparando ao que há disponível hoje. No entanto, o desenvolvimento destas tecnologias é mais lento do que em <p><a href="http://blog.daltux.com/2004/05/re-visuais-2/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Também prossigo com minha opinião. Se alguém não gostar, bem, comente ;D</p>
<p><a href="http://www.denisgomes.com.br/fotos/foto.php?codigo=80" target="_blank"><img src="http://subsistir.denisgomes.com.br/figuras/ppc1.jpg" alt="" align="right" /></a>Atualmente uso um PocketPC iPAQ 3950 (processador XScale de 400 MHz, 64 mega de memória RAM e rodando Windows Mobile 2003) &#8211; relativamente antigo, em se comparando ao que há disponível hoje. No entanto, o desenvolvimento destas tecnologias é mais lento do que em computadores convencionais, portanto, a gente não perde tanto dinheiro quando os fabricantes atualizam estes &#8220;brinquedinhos&#8221;. Escolhi esta plataforma porque procurava funções multimídia (toca MP3, por exemplo), além das funções básicas de organização. Lembro que meu primeiro computador de bolso foi um Palm Vx, que aliás é um modelo lendário. Depois deste, ainda tive um Palm m515, antes deste iPAQ.</p>
<p>Já na aula, acontecem as mesmas coisas que com o Dalton. Nos primeiros dias de aula ninguém falou nada nem estranhou, mas com as amizades aumentando, as pessoas foram se aproximando mais e perguntanto sobre o tal caderno. Mas o que me deixa mais intrigado é porque todo mundo sempre pergunta, em primeiro lugar: &#8220;ele entra na internet?&#8221;</p>
<p>Por enquanto nas aulas os professores não pediram livros, só apostilas. Descobri uma forma excelente de armazenar apostilas ou livros (escaneadas ou digitadas) no PocketPC: um programa chamado <a href="http://www.repligo.com" target="_blank">RepliGo</a> (existe também uma versão para Palm). Ele é composto de um programa de conversão para o micro de mesa e um leitor para o computador de bolso. Eu costumo usar o formato PDF para armazenar livros eletrônicos, mas fiquei absolutamente desapontado com a performance do Adobe Acrobat para PocketPC. Quando há uma nova apostila a ser feita, eu só escaneio, salvo em PDF e depois converto para o RepliGo. Nada mais simples ;D</p>
<p>O Dalton optou por um meio mais simples de tomar notas durante as aulas. Eu optei por usar um editor de textos mais completo e já fazer a formatação durante a aula. O sistema não é tão complexo, e ainda assim ganho tempo. E de quebra o editor é compatível com o Word, portanto, fica fácil abrir no micro de mesa e imprimir o que for necessário. O teclado também ajuda muito na digitação dos textos, apesar de eu não levar o teclado todos os dias para a aula. Nos outros casos, eu uso o Graffiti (a Microsoft clonou a idéia) ou o teclado na tela.</p>
<p><a href="http://www.denisgomes.com.br/fotos/foto.php?codigo=79" target="_blank"><img src="http://subsistir.denisgomes.com.br/figuras/ppc2.jpg" alt="" align="left" /></a>Além de tudo isto, os outros recursos são semelhantes aos do Palm: agenda de compromissos, tarefas, endereços, email (disponível, mas eu realmente não uso). Além é claro de programas, jogos, dicionários, livros, músicas, etc.</p>
<p>Até hoje, pra ser sincero, não sei o que as pessoas pensam de mim na escola. Só conheço a opinião de um ou outro. Os colegas de classe não comentam nada comigo, mas creio que eles me acham esnobe (apesar de eu evitar falar qualquer coisa sobre o meu PocketPC). Fiquei sabendo, no entanto, que uma das professoras de lá me odeia: ela me detonou na reunião dos professores, dizendo que eu levava aquilo só para me aparecer, etc (apesar de eu nunca ter feito nada para ela). Justamente os professores que deveriam incentivar o uso da tecnologia voltada ao aprendizado apresentam este comportamento atrasado. Não dá pra entender.</p>
<p>Aliás, compreendo um pouco mais hoje. Citando nosso colega: <em>&#8220;o tupãense não é acostumado com o que é &#8220;diferente&#8221; a seus costumes. Para que não seja tomado como antiquado, ou por não suportar que alguém detenha um objeto material ou uma conduta que não é capaz de ter, o opressor acaba tentando de alguma forma envergonhar a pessoa. Tem, na verdade, inveja. Freüd explica.&#8221;.</em> Com a inveja estou até de certa forma acostumado. Mas nunca parei para refletir sobre o comportamento dos tupãenses. Creio que não é exclusividade de quem mora aqui, mas isso representa um atraso de vida, sem dúvidas.</p>
<p>Nunca parei para prestar atenção na opinião dos outros. Deve ser por isso que não reparei neste comportamento. Aliás, quem pensa na opinião dos outros para fazer as coisas acaba não fazendo.</p>
<p>A propósito, não sou tupãense. A cidade é ótima, nos recebeu bem, é um bom lugar para se viver, mas dou graças a Deus por não ter nascido aqui. Talvez eu não tivesse tanto sucesso se eu tivesse. Percebi que a população tupãense é acomodada demais.</p>
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		<title>Re: Visuais</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2004 00:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Palm]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tupã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Prossigo com a discussão iniciada em artigo abaixo pelo Denis.</p>
<p>Assim como ele, utilizo um computador de mão (palmtop, handheld, &#8220;PDA&#8220;, etc.) nas aulas. Trata-se de um modelo antigo, Palm IIIxe, mas que atende, contudo, às minhas necessidades. Adquiri este Palm em novembro passado, usado (Mercado Livre). Poucos dias depois, já o utilizava em aula e, <p><a href="http://blog.daltux.com/2004/05/re-visuais/">&#187; Leia o artigo completo</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prossigo com a discussão iniciada em <a href="http://subsistir.denisgomes.com.br/2004_05_01_subsistir_archive.html#108466662806591080">artigo abaixo</a> pelo Denis.</p>
<p><a href="http://imageshack.us/photo/my-images/685/gotype4.jpg/"><img src="http://img685.imageshack.us/img685/1649/gotype4.th.jpg" border="0" alt="Palm III com teclado GoType!" align="right" /></a>Assim como ele, utilizo um computador de mão (<a href="http://www.palmbrasil.com.br/conheca-palm/index.html" target="_blank"><em>palmtop</em></a>, <em>handheld</em>, &#8220;<em>PDA</em>&#8220;, etc.) nas aulas. Trata-se de um modelo antigo, <a href="http://www.palmbrasil.com.br/modelos/palm-III.html" target="_blank">Palm IIIxe</a>, mas que atende, contudo, às minhas necessidades. Adquiri este Palm em novembro passado, usado (<a href="http://www.mercadolivre.com.br" target="_blank">Mercado Livre</a>). Poucos dias depois, já o utilizava em aula e, embora ainda não tivesse adquirido um teclado e precisasse escrever na tela, já pude escrever em meu <a href="http://www.daltonsc.blogger.com.br/2003_11_01_archive.html#14439565" target="_blank">antigo web log</a> (28/11/2003) o seguinte a respeito:</p>
<p><em><span style="font-size: xx-small;">Não uso mais caderno, nem papel para rascunho, caneta, etc. Eu poderia levar para a aula somente este pequeno objeto de 8(largura)x12(altura)x2(profundidade) centímetros. Entretanto, ainda levo comigo um Código de papel ou outro somente para facilitar, já que eu posso olhá-lo e escrever minhas notas ao mesmo tempo. Mas tenho o CC, CPC, CP, CPP, ECA e outras leis na memória do Palm. Levo também a carteira e o telefone celular. Se eu tivesse uma carteira própria, que seria bem mais grossa que a convencional, eu carregaria nela o Palm, além dos documentos e o dinheiro. E, quanto ao celular, quem desejar pode adquirir um modelo de palmtop com essa função, já disponível no Brasil.</span></em></p>
<p><em><span style="font-size: xx-small;">Enfim, eu escrevo no Palm usando uma forma de escrita especial, chamada de <a href="http://www.palmbrasil.com.br/conheca-palm/conhecendopalm-escrita.html" target="_blank">Graffiti</a> (clique para detalhes), algo parecido com letras de forma simplificadas. É possível usar um teclado virtual na tela, apertando letra por letra, mas torra a paciência. Já me acostumei ao uso do Graffiti, tanto que hoje, ao tentar escrever com letras de forma em um papel, acabei escrevendo curiosamente como no Palm. Também existem modelos de teclados dobráveis (tamanho de uma carteira quando fechados, e como o de um laptop quando abertos), para acoplar no Palm, fazendo com que a escrita seja muito mais eficiente. Pretendo comprar um teclado em breve.</span></em></p>
<p><em><span style="font-size: xx-small;"><img src="http://www.palmbrasil.com.br/modelos/img/palmIIIxe-apr.gif" border="0" alt="" hspace="5" align="left" />Assim, quando chegarem as provas, poderei ler a matéria no próprio Palm, o que não é ruim, mas poderei também imprimir os arquivos na impressora, o que é mais confortável ainda. Basta encaixar o aparelho na base que o acompanha e que o liga ao PC de mesa, apertar um único botão (&#8220;<a href="http://www.palmbrasil.com.br/vocab/hotsync.html" target="_blank">HotSync</a>&#8220;) e pronto! Os arquivos serão sincronizados com o PC.</span></em></p>
<p><em><span style="font-size: xx-small;">Além disso, já vem com programas de agenda de compromissos, tarefas, endereços, e-mail (sim, eu posso ler facilmente as mensagens no Palm se eu não tiver tempo de fazer isso em casa no PC, e escrever), outros, e uma infinidade de programas de terceiros, facilmente encontrados na Internet! É muita coisa pra escrever rapidamente aqui.</span></em></p>
<p>Não tive más experiências com os colegas ou professores, ou quaisquer pessoas que sejam (ao menos não explícitas). As pessoas, no início, ficaram curiosas. Coisa que é natural. Perguntavam, os leigos, o que era aquilo, ou o que eu ficava fazendo mexendo naquilo. Eu explicava e o cidadão geralmente ficava impressionado. Outros já perguntavam se aquilo é que era um Palm, como funciona, etc. E alguns já me perguntavam o modelo, quanto paguei, quanto tem de memória.</p>
<p>Nenhum professor tinha se manifestado até poucos dias atrás, quando um professor estava no meio da aula, explicando sobre títulos de crédito, quando do nada perguntou meu nome. Com a resposta, ele então disse que tem um irmão, meu homônimo, e que também gosta de computadores. Nada mais. Não houve intenção de me constranger, nem fiquei com este sentimento.</p>
<p><img src="http://blog.daltux.com/wp-admin/figuras/palmIIIxe-on-hand.jpg" alt="" hspace="5" align="right" />Infelizmente, Denis, talvez ocorra neste assunto o mesmo que em muitos outros, algo que é pena discorrer, porém infelizmente é a realidade: o tupãense não é acostumado com o que é &#8220;diferente&#8221; a seus costumes. Para que não seja tomado como antiquado, ou por não suportar que alguém detenha um objeto material ou uma conduta que não é capaz de ter, o opressor acaba tentando de alguma forma envergonhar a pessoa. Tem, na verdade, inveja. Freüd explica. Isto eu afirmo sem querer ofender. É um alerta para que os tupãenses abram os olhos e sejam menos provincianos. Entretanto, basta ir a centros mais desenvolvidos para perceber a veracidade deste, se eu não estiver errado, mecanismo de proteção do ego.</p>
<p>Espero que seja dado prosseguimento à discussão do tema, inclusive com a calorosa (o que é esperado) opinião dos visitantes e, principalmente, dos demais colaboradores. Provocação suficiente para isto, creio que eu tenha feito.</p>
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